quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Os Advogados do Diabo...

(clique e amplie o "monstro")

Todo novo presidente da república se depara com o direito constitucional de escolher novo ministro para substituir algum faraó do STF que se aposenta. Este tirano do pantanal, Gilmar "Dantas" Mendes, foi da Advocacia Geral da União quando (tinha que ser!) FHC foi presidente. Fez sempre a vontade dos poderosos e por isso foi nomeado pelo FHC para o STF e mais tarde chegou à presidência do Supremo Tribunal Federal.
O esquema era, "quando nós (FHC) sairmos, o Gilmar limpa a barra no STF, da enxurrada de 'nossos' podres que aparecerão, com certeza!".

Este juiz tem histórico estranho de trabalho. Foi ele quem impediu as investigações de todo o processo de privatizações comandado por Daniel Dantas no governo FHC.

O Abdelmassih é do mesmo círculo da elite paulista do Jardins, Higienóplis, desta máfia, o problema é que ele não estuprou a Mariazinha de Fátima do Capão Redondo, só fazia sexo com cheirosas e desacordadas dondocas da Daslu. 

Aí o bicho pegou!



Estas indecências nunca serão lidas no PIG - Partido da Imprensa Golpista do esgoto da Globo e do Tietê.

ABDELMASSIH E SERRA NA REVISTA PIAUÍ

Serra é tão amigo, mas tão amigo do médico acusado de abusar sexualmente de cerca de 60 ex-pacientes provenientes de três estados brasileiros, que chegou a conseguir um encontro privado com o Papa Bento XVI, em maio de 2007.

A prima Bidu conta que, graças a um tratamento de fertilidade com o médico Roger Abdelmassih, Verônica - a esposa abortiva do Zé Serra - pôde ter as duas últimas crianças. Quando Bento XVI esteve em São Paulo, Abdelmassih pediu para que Serra o incluísse no encontro privado com o papa, e foi atendido. "Imagina agora, que o médico foi preso", disse Bidu, "o Zé não pode nem ouvir falar o nome dele!".

Veja a trajetória do agora desprezado Serra.


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

José Neumanne Pig

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Escute só do que este moço andou se queixando para seus dois ou três admiradores no camarim do já moribundo SBesTeira:

“Meu sonho com delírio retumbante seria ser um Boris Casoy, um Alexandre Garcia, um Ali Kamel (do Jornal Nacional), uma Miriam Leitão (sem chute!), uma Eliane Catanhede (mais cheirosa ainda!), uma Lúcia Hipólito (mesmo bêbada!), um Diogo Mainardi (mas não fugiria do país!), um Reinaldo Azevedo, com legítimo chapéu Panamá, não desses que vêm da Paraíba, onde nasci por acaso, antes de me tornar paulista; um Arnaldo Jabor com aquelas frases e palavras arrombantes, mesmos sem efeitos...
Mas, infelizmente, sou muito pé de chinelo pra isso, e minha ínfima participação no jornal do SBT - que ninguém ver! -, me ferra mais ainda!  Vou continuar tentando ser escritor...

Meu nome é José Meunome Pinto, mas podem me chamar de ... Escritor e poeta”.

PS. Tem uns petistazinhos lulistinhas de merda por aí, que me chamam de hiena porque rio até de câncer nos outros, mas faço também poesias como esta oferecida ao maior Estadista da História de Minas Gerais, Aécio Never... 

Espero que se deliciem-se, é de fazer  o “drummond” (de Andrade) e a “cecília” (Meireles)se remexerem no “pau de arara”... Ôps! Foi mal... rs rs!

Ode ao pó 

Açúcar é assim: 
brilho vermelho na melancia, 
mancha verde na uva-itália 
e na maçã verde, 
mas todo branco quando só 
e branco inteiro enquanto pó 
(força de fortes 
droga de débeis). 
Gelado e molenga 
no sorvete de açaí; 
a cara-metade do caramelo, 
embebido em compressas, 
tostado em fogo lento. 
Há açúcar na polpa 
e açúcar na papa. 
Há açúcar do engenho, 
de forno e fornalha. 
 
Açúcar é assado: 
o suor do camponês pulverizado, 
sacos de cristal na prateleira, 
valendo ouro no mercado, 
virando merda no organismo, 
bela merda, 
doce merda, 
...merda... 
 
Açúcar é assombro: 
à sombra do Hades, 
as águas do Ganges; 
panacéia do avesso 
e dor das paixões 
e cor das paixões 
se esparramando, líquida, 
na esclerose de minhas veias, 
minhas veias velhas. 
Veneno e garapa, 
a mó, o mel, o mal, 
a morte feito gosto 
invade meu sonho, 
me habita o pesadelo 
num aviso de sol morno: 
o passo lerdo, 
o pinto casto, 
o cuco morto. 
E dá sinais de olho posto: 
a vida breve, 
a arte curta, 
o gole brusco, 
a cinza fria, 
um dó de peito 
e o pó sem fundo, 
ao qual haveremos 
de tornar 
- todos. 
 
São Paulo, manhã de 18 de novembro de 2000 
José Nêumanne Pinto

AQUI TEM MAIS “POESIAS” DO PINTO: http://www.revista.agulha.nom.br/jneumanne.html#odeaopo

E AQUI TEM O VÍDEO DO GOLPISTAZINHO DE MEIA TIGELA DE AUDIÊNCIA ,CONVOCANDO OS MILITARES PARA UM GOLPE! SÉRIO!!!
http://www.youtube.com/watch?v=giht0ht6Ga8


Caricatura: João de Deus Netto
Texto inspirado numa charge do Bessinha do Conversa Afiada.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Por que os protestos fracassam em todo o país?


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Ricardo Kotscho é jornalista
O que houve? Ou melhor, por que não houve?
Apareceram apenas 150 "protestantes" na Cinelândia, Rio de Janeiro, na manifestação anticorrupção organizada por cinco entidades em redes sociais.
Em São Paulo, na avenida Paulista, outros cinco movimentos (Nas Ruas, Mudança Já, Pátria Minha, Marcha Pela Ética e Lojas Maçônicas) juntaram apenas 200 pessoas. Na Boca Maldita, em Curitiba, o grupo Anonymous reuniu 80 pessoas.
A maior concentração de manifestantes contra a corrupção foi registrada na praça da Liberdade, em Belo Horizonte, calculada em 1.500 pessoas, segundo a Polícia Militar. E, a menor, ocorreu em Brasília, onde 30 gatos pingados se reuniram na Esplanada dos Ministérios.
Será que a corrupção é maior em Minas do que em Brasília? Juntando tudo, não daria para encher a Praça da Matriz da minha querida Porangaba, cidade pequena porém decente.
Desta vez, nem houve divergências sobre o número de manifestantes. Eram tão poucos no feriadão de 15 de novembro que dava para contar as cabeças sem ser nenhum gênio em matemática.
Até os blogueiros mais raivosos que, na véspera, anunciaram "protestos em 37 cidades de todo o país", com horário e local das manifestações, parecem ter abandonado o barco. Não se tocou mais no assunto.
Parece que a sortida fauna que organiza protestos "contra tudo o que está aí" desde o feriadão de 7 de setembro já se cansou.
Os organizadores colocaram a culpa na chuva, mas não conseguem explicar como, no mesmo dia, sob a mesma chuva, 400 mil pessoas foram às compras na rua 25 de Março e 40 mil fiéis se reuniram a céu aberto no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, numa celebração evangélica.
Nem se pode alegar falta de assunto, já que a velha mídia não se cansa de dar manchetes todos os dias sobre os "malfeitos" do governo, com destaque no momento para o Ministério do Trabalho do impoluto Carlos Lupi.
Na minha modesta opinião, o fracasso destas manifestações inspiradas na Primavera Árabe e nos protestos contra o capitalismo selvagem nas capitais européias e nos Estados Unidos, reside na falta de objetivos e de sinceridade dos diferentes movimentos que se apresentam como "apartidários" e "apolíticos", como se isto fosse possível.
Pelo jeito, o povo brasileiro está feliz com o país em que vive - e, por isso, só vai às ruas por um bom motivo, não a convite dos antigos "formadores de opinião".
Afinal, todos somos contra a corrupção _ até os corruptos, para combater a concorrência, certamente _, mas esta turma é mesmo contra o governo. Basta ver quem são seus arautos na imprensa, que hoje abriga o que sobrou da oposição depois das últimas eleições presidenciais.
Dilma pode demitir todos os ministros e fazer uma faxina geral na máquina do governo que eles ainda vão querer mais, e continuarão "convocando o povo" nas redes sociais. Valentes de internet, não estão habituados a enfrentar o sol e a chuva da vida real.
Ao contrário do que acontece em outros países, estes eventos no Brasil são mais um fenômeno de mídia do que de massas _ a mesma grande mídia que apoiou o golpe de 1964 e escondeu até onde pode a Campanha das Diretas Já, em 1984 (com a honrosa exceção da "Folha de S. Paulo", onde eu trabalhava na época).
Eles não enganam mais ninguém. O povo não é bobo faz tempo.
 Ricardo Kotscho, 63, é repórter desde 1964. Já trabalhou nos principais veículos da imprensa brasileira, nas funções de repórter, editor, chefe de reportagem, colunista, blogueiro e diretor de jornalismo. É atualmente comentarista do Jornal da Record News

sábado, 5 de novembro de 2011

ENTENDA AS REVOLTAS ÁRABES - Israel X Irã

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O historiador, jornalista e ativista Tariq Ali, membro do Conselho Editorial de Sin Permiso, falou com Firas Khatib para a revista al-Akhbar sobre os desafios que enfrentam as Revoltas Árabes, o futuro da política dos EUA no Oriente Médio depois da “retirada de tropas” do Iraque, e a importância da tomada de ruas e praças de cidades no mundo todo pelo atual movimento de dissenso.

Há algum tempo a minha opinião sobre a política dos EUA com relação ao Irã tem sido que convém só aos interesses norte-americanos desestabilizar o Irã. É pouco provável que a sua tentativa de realizar bombardeios ou de impor duras sanções com a aprovação da Rússia e da China tenha êxito. Qualquer pressão para realizar um ataque militar ao Irã enfrentará a resistência dos generais norte-americanos e do Pentágono por una série de razões: uma é a sobre-extensão de suas forças armadas; em segundo lugar, o perigo de que, se atacar o Irã, os iranianos possam responder no Iraque, no Líbano ou no Afeganistão.
Nos deixamos levar pelo que os EUA fazem frente o Irã e tendemos esquecer que no Iraque e no Afeganistão o regime clerical iraniano respaldou essencialmente as guerras e a ocupação do Iraque pelos EUA. Apoiou a ocupação do Afeganistão pela OTAN, que é muito importante para os EUA.
Portanto, o fato de que se atire aos montes contra o Irã fará com que se corra o risco de desestabilizar a ocupação nesses dois países e é pouco provável que o faça. A pressão de fazer algo no Irã provém de uma fonte: Israel. E o motivo é o temor de que se rompa o monopólio nuclear israelense na região. Não há outra razão.
Os israelenses não podem atacar o Irã sem aprovação dos EUA, o que é impossível porque o caos resultante poderia derrubar o regime saudita. Se o Irã é atacado com meios militares pelos israelenses, haverá caos no Oriente Médio e em diferentes partes do mundo. Não será algo popular. E então a grande pergunta será: o que fará a oposição na Arábia Saudita? Não é uma oposição bem organizada, mas sabemos que existe. E é um problema sério para os EUA, porque se existe uma coisa inaceitável para eles no Oriente Médio é que aconteça algo com o regime saudita, o qual respalda solidamente.
Todo o palavreado sobre democracia, direitos humanos e liberdade, se esquece quando se trata da Arábia Saudita. É uma posição muito clara dos EUA. Portanto, seria muito contraproducente permitir uma incursão israelense contra o Irã. Mas às vezes os políticos fazem coisas irracionais e demenciais.
Esperemos para ver se tem lugar a retirada. As imensas bases militares que já construíram no Iraque e que atualmente constroem no Afeganistão não me indicam uma retirada rápida. Essa retirada é, sobretudo, um show como o que aconteceu quando os britânicos ocuparam o Iraque.
Os norte-americanos estão copiando, neste caso, o modelo britânico: imensas bases militares, como cidades norte-americanas, construídas em seis lugares diferentes no Iraque, nas quais vão manter 15.000, 20.000 ou 30.000. De modo que é muito prematuro falar em retirada. Esperemos para ver o que acontece.
CARICATURA Taric Ali: João de Deus Netto - JenipapoNews

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

"Assassino econômico": como se destrói um país (vídeo legendado)

"Let's make money" é um depoimento perturbador, revoltante, de John Perkins, cidadão americano que se auto-intitula como ex-assassino econômico. 
Perkins explica como se destrói um país... em nome do dinheiro.

domingo, 30 de outubro de 2011

COMO SERIA UM BRASIL SEM LULA?


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por Luis Nassif

Agora que as notícias dão conta da boa perspectiva de restabelecimento do Lula, é curioso debruçar nas análises apressadas sobre uma era pós-Lula.
Aliás, chocante a maneira como algumas comentaristas celebraram a doença de Lula. Até nos ambientes mais selvagens – das guerras, por exemplo – há a ética do guerreiro, de embainhar as armas quando vê o inimigo caído, por doença, tragédia ou mesmo na derrota. Por aqui, não: é selvageria em estado puro.
A analista-torcedora supos que, com a doença de Lula, haveria uma mudança radical no quadro político. Sem voz, Lula seria como um Sansão sem cabelos. Sem Lula, não haveria Fernando Haddad. Sem contar os diagnósticos médico-políticos-morais, de que Lula foi castigado por sua vida desregrada. Zerado o jogo político, concluiu triunfante.
Num de seus discursos mais conhecidos, Lula bradava para a multidão: “Se cortarem um braço meu, vocês serão meu braço; se calarem a minha voz, vocês serão minha voz…”.
Qualquer tragédia com Lula o alçaria à condição de semideus, como foi com Vargas. O suicídio de Vargas pavimentou por dez anos as eleições de seus seguidores. É só imaginar o que seriam os comícios com a reprodução dos discursos de Lula. Haveria comoção geral.
A falta de Lula seria visível em outra ponta: é ele quem segura a peteca da radicalização. Quem seguraria suas hostes, em caso da sua falta? Seu grande feito político foi promover um pacto que envolveu os mais diversos setores do país, dos movimentos sociais e sindicais aos grandes grupos empresariais. E em nenhum momento ter cedido a esbirros autoritários, a represálias contra seus adversários – a não ser no campo do voto -, mesmo sofrendo ataques implacáveis.
Ouvindo os analistas radicais, lembrando-se da campanha passada, como seria o país caso Serra tivesse sido eleito? É um bom exercício. Não sobraria inteiro um adversário. Na fase Lula, há dois poderes se contrapondo: o do Estado e o da mídia e um presidente que nunca exorbitou de suas funções. No caso de Serra, haveria a junção desses dois poderes, em mãos absolutamente raivosas, vingativas.
Ao fechar todos os canais de participação, Serra sentaria em cima de uma panela de pressão. Sem canais de expressão, muitos dos adversários ganhariam as ruas. Sem a mediação de Lula, não haveria como não resultar em confrontos. Seria uma longa noite de São Bartolomeu.
Essa teria sido a grande tragédia nacional, que provavelmente comprometeria 27 anos de luta pela consolidação democrática.


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Comentarista da Rádio CBN/Globo, a Lúcia Hippólito costuma trabalhar movida a alguns drinks, como já foi visto por milhões de ouvintes e até não ouvintes, bombando no You Tube. Não se sabe se desta vez a doutora em jornalismo estava sóbria ao fazer deboches sobre a doença do Lula, e ainda profetizar o fim da carreira política do melhor e mais querido presidente da história brasileira. 
Vai sentir ressaca de aguardente Praianinha, dos goles do legítimo scotch que ela diz não ter tomado.(Netto/JenipapoNews)
Caricatura: João de Deus Netto / JenipapoNews

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Orlando Silva - Os "vacilos" dos calouros...

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Se o ministério ficar mesmo com o PCdoB, tudo indica que o substituto de Orlando Silva será o deputado federal Aldo Rebelo, principal nome do partido e preferido do governo.

Os calouros se estrepam nesta "matéria" porque não fizeram um cursinho com os catedráticos da UDN, Arena, PFL, PSDB,  DEMo, PPS... PHDs há mais de 50 anos!

Muito cuidado nesta hora, “tovarichs”! 

Professor velho de maracutaia dando aula sobre a velha e carcomida matéria.
Sobre o ex-militar e bandido João Dias Ferreira, réu confesso que estava(?) na impunidade do paraíso da maracutaia brasileira.

Já no lado dos derrotados reincidentes, não existe perspectiva nenhuma de quem será a próxima vítima dos “petralhas”. O Aécio Never diz que à força, não vai, nem sobre tortura com bolinha de papel higiênico usado!

Os vendiões já estão entregando o ouro "capturado"; "subtraído" na privataria no Brasil, faltando ainda três anos para as eleições presidenciais?!

Dizem as boas línguas que as chances do Zeus (deles) cortar os pulsos, são visíveis e risíveis a cada texto ou aparição do Oráculo em público, tipo, auditório de luxo da aristocrática Universidade FAAP, na Rua Alagoas, próxima às ruas Piauí, Bahia, Ceará... Na riquíssima (que castigo!) região de Higienópolis, São Paulo, de onde sua santidade profere seus discursos compilados de clássicos (de outros) da economia, sociologia, política, esporte, música, aramaico, neo-libelês,  na sua biblioteca de alexandria do Olimpo da paulicéia destrambelhada pelo ingrato discípulo Kassab.

Sei não, mas uma retirada triunfal para o ostracismo eterno, seria mais apoteótica em uma taça do mais fino cristal austríaco, com um legítimo Bordeau temperado com cicuta, o veneno de Sócrates, o filósofo grego que se matou por ser acusado de ateísmo (ói!) e por ter corrompido os jovens do seu tempo (hurrum!).

Tudo a ver, Fernando Henrique Oráculo de Delfos, delicie-se, sorva! É mais prazeroso morrer (no seu caso) aos beijos com Dionísio, do que partir abraçado a algum discípulo, expirando um “até tu...Son of a bitch?!!!”

Texto e Caricatura: João de Deus Netto - JenipapoNews 


O Dono do Brasil dos Tucanos do DEMo é discípulo do famigerado ACM

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TOMA LÁ, DÁ CÁ!

Àrvore genealógica de frutos altamente tóxicos germinou na antiga Bahia do Malvadeza.

Daniel Dantas é membro de uma das mais tradicionais famílias baianas, cujo patriarca foi o Barão de Jeremoabo, Cícero Dantas Martins, que é nome de município na Bahia. Cícero Dantas, filho do comendador João Dantas dos Reis, foi um poderoso latifundiário na região de Itapicuru, nordeste da Bahia, onde ficava a sede do latifúndio, que abrangia Jeremoabo, Tucano, Olindina, Antas,Canudos e Alagoinhas, dentre outros municípios.

Além de latifundiário, Cícero Dantas foi também advogado e político dos mais influentes, usando sua influência para fazer com que o arraial de Canudos, fundado em suas terras por Antonio Conselheiro, fosse atacado e totalmente destruído por tropas federais, durante a Guerra de Canudos.

Filho da escritora e socialite Nicia Maria Valente Dantas e de Luís Raimundo ("Mundico") Tourinho Dantas, um empresário do setor têxtil, amigo de infância do senador Antonio Carlos Magalhães que tinha boas relações na política baiana.

PLANO COLLOR

Esse seu sucesso gerou boatos que alegavam que o seu Banco Icatu só não fora afetado pelo confisco porque Dantas teria recebido informações privilegiadas sobre o Plano Collor e que, antes do congelamento, ele havia sacado uma grande importância em dinheiro vivo do banco. 

NEGÓCIOS

Em 1986 Dantas associou-se aos irmãos Kati e Luis Antônio, filhos de Antônio Carlos Almeida Braga, o "Braguinha", controlador da seguradora Atlântica Boavista, que havia sido incorporada pelo Banco Bradesco. Nessa ocasião adquiriu a fama de mago das finanças' . Sua saída do Bradesco ocorreu junto com Braguinha, considerado o seu mestre no mundo das finanças.

Tornou-se amigo de Luis Eduardo Magalhães e a partir dai, consolidou estreita relação com Antônio Carlos Magalhães, tornando-se seu afilhado político e principal conselheiro financeiro. Foi encarregado por ACM de negociar uma solução para o Banco Econômico com Pedro Malan e Gustavo Loyola, então presidente do Banco Central. A partir de sua ligação com ACM, criou laços com o PFL.

É SÓ O COMEÇO. EM JULHO PASSADO FOI ABSOLVIDO PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL QUE AGORA QUER BOTAR NA CADEIA O AUDACIOSO DELEGADO PROTÓGENES DA POLÍCIA FEDERAL QUE PEGOU O MEGA MAFIOSO COM OS TENTÁCULOS NA BOTIJA.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Daniel_Dantas_(banqueiro)


Caricatura: João de Deus Netto
Foto Galeria Daniel Dantas: Conversa Afiada

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