sábado, 8 de outubro de 2011

A Política como ela é... Grand finale!

[CINISMO+VIDENTE.jpg]

Um famoso e experiente vidente - muito procurado por políticos e chefes de Estados do mundo todo -, já concentrado, fecha os olhos e fala: 

- Vejo o senhor e o governador José Serra passando em uma avenida, em carro aberto, e uma multidão acenando. 
O Prefeito Gilberto Kassab sorri e pergunta: 
- Essa multidão está feliz? 
- Sim, feliz como nunca! 
- E eles estão correndo atrás do carro? 
- Sim, por toda a volta do carro. Os batedores estão tendo dificuldades em abrir caminho. 
- Eles carregam bandeiras? 
- Sim, bandeiras de São Paulo, do Timão, do Porco, dos Bambi, da CUT, do Brasil, e faixas com palavras de esperança e de um futuro em breve melhor. 
– Da CUT? Puxa! (o Serra vai amar!) Humm… Bom! E nessa visão, a multidão grita, canta? 
- As pessoas gritam frases de esperança: “Agora sim!!! Agora vai melhorar!!!” 
- E quanto a nós, como estamos reagindo? 
- Não dá pra ver. 
- E por quê não? 
- Porque os dois caixões estão lacrados! 

[CINISMO+VIDENTE+URNA.jpg]

O poder de fogo da arma do grand finale do "príncipe" é compatível com o rugido da atual oposição; sendo que um 22 na têmpora faz mais estrago.


Encontraram outro recadinho desse, onde se lê:
"Serra,  meu inseparável amigão de grandes "negócios",
não me demore muito.

Do seu, Fernando.

PS. Sou Doutor Honoris Causa em várias universidades europeias.
PSS. O Lula é um boçal e analfabeto, coitado...rs rs ... Ui!

[SUICIDIO+TOSCO.jpg]

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Mr. Macintosh...

Steve Jobs
"Estamos aqui para fazer alguma diferença no universo, se não, porque estar aqui?"
Quase impossível de acreditar que apenas um homem tenha revolucionado a informática nos anos 1970 e 1980, o cinema de animação em 1990 e mais recentemente, a música digital e a mídia. Jobs entra para a história como um revolucionário que muda a trajetória do mundo com sua visão empreendedora na era da informação. Sem esquecer que Jobs é o pai, também, da interface gráfica, sem ela não seria nada agradável olhar para a tela de um computador, com um blog tão bonito como este JenipapoNews...rsrs!

O co-fundador e presidente da Apple, Steve Jobs, conquistou milhões de fãs no mundo inteiro e algumas de suas palavras marcaram bastante a vida de muitas pessoas:

Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama. Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. 

Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.

Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último”. Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.

Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo - expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar - caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.

Fonte: Trechos do discurso do não formado Steve Jobs para os formandos da importante Universidade de Stanford, Califórnia, EUA. Foi nessa universidade que surgiu o projeto de um sistema de busca que veio a se tornar o atual Google.

Caricatura do pai dos iPads: João de Deus Netto 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

CAIGA QUIEN CAIGA - Vigilância sanitária de olho no humaurista

(clique e amplie)


Caiga Quien Caiga (Caga Quem Caga) também conhecido como CQC, é um programa de televisão argentino, que é transmitido pelo canal Telefe. O formato do programa pertence à produtora argentina Cuatro Cabezas.
Desde a última sexta-feira, Rafinha já teve cancelados ao menos sete eventos (entre palestras, apresentação e presença em festas). Dependendo do contrato, Bastos cobra até R$ 20 mil por duas horas de “trabalho”.
Na segunda, Rafinha foi suspenso por determinação da Band. Ele já havia se envolvido em outro problema, quando chamou a apresentadora Daniela Albuquerque, mulher do presidente da RedeTV!, de “cadela”. Constrangido, foi obrigado a pedir desculpas.
Na semana passada, voltou a arranjar encrenca ao falar de Wanessa. O marido da cantora, Marcos Buaiz, e seu sócio Ronaldo Fenômeno, que reagiu e suspendeu uma gravação dele, Ronaldo, para a Claro. O craque disse que na associaria seu nome ao CQC.
A Band suspendeu Rafinha, indefinidamente.
Até o esgoto baixar, como aconteceu com o outro CQC, Danilo  Gentili, que detonou os judeus.
Na segunda-feira, durante o "CQC" em que foi substituído por Mônica Iozzi, o debochado Rafinha Bastos postou fotos (produzidas) em seu Twitter, nas quais aparecia com duas mulheres seminuas, simulando “procupação” com a situação.
NO BRASIL

No Brasil existe desde 2008 e exibido pela BAND. É apresentado por Marceleo Tass, Rafinha Bastos e Marco Luque, tendo como  repórteres Felipe Andreoli, Rafinha, Rafael Cortez, Oscar Filho, Danilo Gentili.

domingo, 2 de outubro de 2011

Dividir para dominar



Por Olavo Pereira da Silva f.°

Por trás das motivações que se levantam para a divisão territorial do Piauí, emerge essa antiga máxima beligerante do exército chinês, notadamente praticada no império romano. 

É no poder de dominação que se vê o intuito de desmobilizar os indivíduos, para depois liderá-los em meio à segregação. Por meio dessa maquiavélica fragmentação da identidade social, a África foi partilhada no século XIX entre um seleto grupo de potências ocidentais. 

A indigência crônica do Piauí pode ter outra dimensão política. Mas, exemplos de desmembramentos só servem de escudos aos grupos dominantes. Por quanto desse tipo de apelo anti-social, o separatismo fomenta a criação de facções ativistas aliadas a protetorados políticos. Isso remete à ilusão do inimigo, criado na consciência dominadora. Por tanto, não se pode intempestivamente anunciar a separação como uma prova de amor para com o Estado, porque isso não depende da divisão territorial. Pelo contrário, a estima por um lugar está na consciência de nacionalidade e na apreensão da aldeia global.

Demarcações geográficas podem favorecer a administração política. Contudo, nessa divisão fisiológica muitas indagações merecem respostas dessas lideranças. Em que a gente do Gurguéia se distingue da gente do Piauí ou de suas adjacências? Suas escolas, hospitais, estradas, aeroportos seriam melhores? O povo teria acesso ao conhecimento ou suas universidades se contentariam com a famigerada distribuição de cotas e proliferação de diplomas? Suas paisagens urbanas seriam limpas dos nefastos engenhos publicitários que mascaram Teresina? Seus presídios teriam celas vazias? Suas vias seriam de paralelepípedos e não do antiecológico asfalto que permeia nossas ruas? E os acervos arquitetônicos e urbanísticos seriam preservados? O que seria objeto de valorização cultural? Redenção do Gurguéia remiria para Gurguéia? Como a cara metade deixaria de ser tão miserável quanto o resto do Estado? Se esses minguados anseios fossem afiançados pelo POVO, seria o primeiro a desejar essa separação. Para esses questionamentos, as respostas estão além da simples delimitação territorial. Prescinde a valorização do gênero humano. Exemplos de interdependências, não faltam e aqui mesmo temos um emblemático: Timon - mais que território maranhense é um bairro de Teresina. 

Seus articuladores sabem que os problemas da região do Gurguéia não são problemas isolados do Estado, e que não podem ser resolvidos isoladamente. Se as jazidas minerais, pastagens, água, sol, vento, paisagens desse território não são devidamente explorados, certamente, não se pode dizer da falta de ganância generalizada pelo crescimento econômico. Mas, por certo, da nossa própria cultura política. 


No Brasil, o crescimento econômico nunca foi sinônimo de felicidade. Sabemos a riqueza econômica dos antigos currais do Piauí se esvaiu para os latifundiários do litoral leste. Quem se beneficiou com a exploração de Serra Pelada? E a Itabira de Drumond? E o pré-sal? Seriam os bens auferidos de possíveis explorações das riquezas naturais do Gurguéia fraternalmente divididos com o resto do Estado? Então, quem se beneficiaria com isso?

Nesse contexto, o plebiscito não deixa de ser uma saída democrática. Reflete a nossa realidade social, o espírito das pessoas, ou a sua falta de espírito. Com isso, se pode mudar o mapa administrativo, mas não o mapa da miséria, da indigência, da indiferença que sombreia esse acontecimento. Seria realmente indispensável? Ou um bom debate nas escolas, instituições e nos meios de comunicação seria mais proveitoso? Quanto vai custar essa consulta? Não seria mais louvável canalizar tais recursos para as casas de caridade?

Separar diz muito: pôr à parte; desunir; desligar; desmembrar; apartar; segmentar; fragmentar; isolar; desagregar; segregar. Por isso vale lembrar: Povo trabalha unido permanece unido.

Estamos na mesma balsa, 
em breve domada pelas represas do Parnaíba.

O texto acima foi postado originalmente em "O Berrante nº  4" (de 07-09-2011), newsletter que o autor faz circular na internet 

O arquiteto campomaiorense Olavo Pereira da Silva Filho, autor do livro “Carnaúba, Pedra e Barro na Capitania de São José do Piauhy” – obra que foi publicada, em três volumes, graças ao Prêmio Rodrigo Melo Franco que lhe foi concedido, pelo IPHAN, em 2008 – é um verdadeiro baluarte da luta pela preservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico nos Sertões de Dentro do Piauí. Sua militância, no entanto, é mais abrangente, como se vê . 

O JÁ OFICIALIZADO EMBATE DO “DIA DA DIVISÃO DO PIAUÍ”

DUAS BANDAS DA MESMA MOEDA

(clique nas ilustrações e amplie)
Deputado Estadual João de Deus, do PT, defensor da permanência do atual Estado do Piauí.
Deputado Federal, Júlio Cesar, do PSDEMo, fervoroso defensor secular da criação do Estado do Gurgueia, na atual Região Sul do Estado do Piauí.

@@@@@@@@@@@@

Os senhores dos casarões já não empolgam e nem causam medo em seus feudos, daí, antes de partirem para o "ostracismo eterno", querem deixar para os filhos, netos, bisnetos e escanchanetos, além das riquezas acumuladas, a garantia de metade das terras piauienses, já que do povo eles não esperam mais NADA!
Milésima tentativa de dividir miséria pra perpetuar riqueza.
(JenipapoNews)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

"Cansei" não se cansa do ridículo...Se o Piauí deixar de existir ninguém vai ficar chateado".

Eles não aprendem e não desistem. 
Derrotados três vezes nas eleições presidenciais, os valentes da fina flor paulistana foram de novo às ruas para protestar "contra tudo o que está aí". Desta vez, o álibi foi a Marcha Contra a Corrupção organizada nas redes sociais em várias regiões do país. 


Uma das baluartes do movimento em Brasília, não foi por motivos que todos já estão cansados de saber: arquivamento do pedido de cassação da deputada Jaqueline Roriz,


EM BRASÍLIA
A recente vitória da deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF) contra um pedido de cassação, conta Walter, foi o principal combustível da marcha, planejada de início por causa de denúncias de corrupção no governo Dilma Rousseff. Até Jaqueline escapar, dia 30 de agosto, 10 mil pessoas haviam confirmado, via Facebook, presença na marcha. Dali até a véspera do ato, outras 16 mil resolveram aderir. Apesar de 26 mil pessoas terem dito no Facebook que iriam à marcha, quando o ato começa, a Polícia Militar (PM) conta duas mil, informa a major Ana Luíza Azevedo.  


Em São Paulo, apesar dos esforços de alguns blogueiros histéricos, o protesto fracassou: segundo  a Policia Militar, apenas 500 pessoas se animaram a sair de casa neste belo feriado de 7 de setembro com muito sol para ir à avenida Paulista levantar cartazes contra a corrupção.

A personalidade mais conhecida identificada pela imprensa foi a socialite Rosangela Lyra, sogra do jogador Kaká e representante da Dior no Brasil.



Era a mesma turma chique do "Cansei", um "movimento cívico" criado em julho de 2007, para protestar contra o "caos aéreo", pelo presidente da OAB paulista, Luís Flávio Borges D´Urso, agora pré-candidato do PTB de Roberto Jefferson a prefeito de São Paulo, mas nem ele foi visto hoje (dia 7) na avenida Paulista.

De outro líder do "Cansei", o executivo Paulo Zotollo, ex-presidente da Phillips, não se ouviu mais falar. Na época, ele causou um enorme dano para a imagem da empresa ao declarar em entrevista ao jornal "Valor":

"Não se pode pensar que o país é um Piauí, no sentido de que tanto faz como tanto fez. Se o Piauí deixar de existir ninguém vai ficar chateado".

O Piauí ainda existe, virou até nome de revista, vai bem, cresce e seu povo está melhorando de vida, ao contrário do infeliz executivo que apenas vocalizou o que pensava boa parte da elite paulistana sobre os nordestinos, quando o presidente do país era o  pernambucano Lula.

A direção nacional OAB nacional na época, que ainda não era dominada por tipos como Ophir Cavalcante (quem?), o novo Álvaro Dias predileto da mídia, decidiu não participar do movimento e criticou a sessão paulista da entidade.
Ophir Cavalcante "dono" da OAB

O então presidente da OAB-RJ, Wadih Dammus, resumiu do que se tratava. "O Cansei é um movimento de fundo golpista, estreito e que só conta com a participação de setores e personalidades das classes sociais mais abastadas de São Paulo".

Foi o que se viu no 7 de setembro de protestos na avenida Paulista. São os mesmos. Só mudou o mote.

Em tempo (atualizado às 19h12):

No final da tarde desta quarta-feira, 7 de setembro de 2011, os números sobre o tamanho das manifestações em São Paulo variavam nos portais da grande mídia, que ajudaram a promover os protestos na avenida Paulista.


"BALAIO DO KOTSCHO"


Socializando prejuízo...

Prioridade para os "atacadões, como este de Teresina, Piauí.

Por: Pettersen Filho

Os que, por ventura, menos avisados, direcionarem os seus carrinhos de compra para a principal Loja da Rede Francesa Carrefour , em Vitória, ES, como faziam a cada Fim de Semana, com intuito de abastecerem de gêneros de consumo as suas casas, depararão com um imenso Tapume de Madeirite separando o Supermercado das Lojas do Shopping, e Área de Conveniências, que ainda funcionam no seu interior, com os seguintes dizeres:“Comunicamos que a partir do dia 29/08 estaremos suspendendo nossas operações em Vitória”
Pegos completamente de surpresa, como é a constante nesses casos, os Consumidores , detentores de Cartão ou Boletos com a “Bandeira” da Rede Carrefour , sem saber, ao certo, como proceder, no caso das prestações pendentes, orientação que não ficou muito clara na Placa de Aviso, que indica o Site da Empresa para maiores informações, além de baterem com a “Cara na Parede”, ao terem que voltarem para Casa com o Carrinho de Compras Vazio, são, contudo, apenas mais um “Joguete” na Mão da Empresa , talvez, frustrada com a recente recusa, ante ao clamor público , do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, em financiar a aquisição da Rede pelo Oportunista Empresário Abílio Diniz , Grupo Pão de Açúcar, quem pretendia financiar com “Recursos” do Tesouro , mais essa aquisição especulativa, apresentada a todos nós, Brasileiros, como verdadeiro “Negócio da China”, mas, na verdade, altamente lesiva aos Cofres Públicos , quem arcaria com os custos da “Operação”, num montante de quase uma dezena de Bilhões de Reais.
Negócio que não vingou, apenas por acaso, em razão de um dos Acionistas do Grupo Pão de Açúcar/Abílio Diniz , franco Concorrente da Rede Carrefour, na França, que, ao ver-se ameaçado pelaNegociata , “Botou a Boca no Trombone”, inviabilizando a Trama que, já se tinha como certa, defendida pelos principais “Gestores” do Governo , onde o Empresário tem certa fluência, e, aparentemente, de encontro ao interesse do próprio Grupo Carrefour , da França, quem veria, viaBNDES , imenso aporte de capital em seus cofres, via “Negociação”, a Loja Carrefour , em Vitória, lacrada, provavelmente voltará para as mãos dos seus anteriores Donos, o Grupo Capixaba Roncetti, proprietários do Prédio, que, no caso de Vitória, segundo informações não-oficiais, estariam pedindo verdadeira fortuna, para renovação do Contrato de arrendamento com a Rede Carrefour , o que, provavelmente, seria, também, um dos motivos para o encerramento das suas atividades.
Dessa forma, assuma, quem assuma, as Operações do Supermercado, muito bem localizado, em Vitória, a conclusão a que se chega é que, pelo menos dessa vez, não foi o Brasileiro, via TesouroNacional , quem “Pagou o Mico”.
Quanto à nova destinação do Prédio , essa, com certeza, as velhas regras da Oferta e da Procura , bem como a Economia de Mercado , se incumbirão de encontrar, sem que para isso, tenhamos que, nós, Rés - consumidores , pagar a conta...
“Ufa ”: Essa passou perto !

ANTUÉRPIO PETTERSEN FILHO é Advogado Militante e Assessor Jurídico da ABDIC – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DEFESA DO INDIVÍDUO E DA CIDADANIA, além de EDITOR do Periódico Eletrônico JORNAL GRITO CIDADÃO

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

A "Nova Cara" da VEJA...

(clique na capa)

Por Luís Nassif

O maior fenômeno de anti-jornalismo dos últimos anos foi o que ocorreu com a revista Veja. Gradativamente, o maior semanário brasileiro foi se transformando em um pasquim (jornaleco) sem compromisso com o jornalismo, recorrendo a ataques desqualificadores contra quem atravessasse seu caminho, envolvendo-se em guerras comerciais e aceitando que suas páginas e sites abrigassem matérias e colunas do mais puro esgoto jornalístico.
Para entender o que se passou com a revista nesse período, é necessário juntar um conjunto de peças.
O primeiro conjunto são as mudanças estruturais que a mídia vem atravessando em todo mundo.
O segundo, a maneira como esses processos se refletiram na crise política brasileira e nas grandes disputas empresariais, a partir do advento dos banqueiros de negócio que sobem à cena política e econômica na última década..
A terceira, as características específicas da revista Veja, e as mudanças pelas quais passou nos últimos anos.
O estilo neocon
De um lado há fenômenos gerais que modificaram profundamente a imprensa mundial nos últimos anos. A linguagem ofensiva, chula, herança dos “neocons” americanos, foi adotada por parte da imprensa brasileira como se fosse a última moda.
Durante todos os anos 90, Veja havia desenvolvido um estilo jornalístico onde campeavam alusões a defeitos físicos, agressões e manipulação de declarações de fonte.
Um segundo fenômeno desse período foi a identificação de uma profunda antipatia da chamada classe média mídiatica em relação ao governo Lula, fruto dos escândalos do “mensalão” que nunca foi provado, do deslumbramento inicial dos petistas que ascenderam ao poder, agravado por um forte preconceito de classe. Esse sentimento combinava com a catarse proporcionada pelo estilo “neocon”. Outros colunistas utilizaram com “talento” – como Arnaldo Jabor -, nenhum com a fúria grosseira com que Veja enveredou pelos novos caminhos jornalísticos.
O jornalismo e os negócios
Outro fenômeno recorrente – esse ainda nos anos 90 -- foi o da terceirização das denúncias e o uso de notas como ferramenta para disputas empresariais e jurídicas. 
A marketinização da notícia, a falta de estrutura e de talento para a reportagem tornaram muitos jornalistas meros receptadores de dossiês preparados por lobistas. 
Ao longo de toda a década, esse tipo de jogo criou uma promiscuidade perigosa entre jornalistas e lobistas. Havia um círculo férreo, que afetou em muitos as revistas semanais. E um personagem que passou a cumprir, nas redações, o papel sujo antes desempenhado pelos repórteres policiais: os chamados repórteres de dossiês.
Consistia no seguinte:
O lobista procurava o repórter com um dossiê que interessava para seus negócios.
O jornalista levava a matéria à direção, e, com a repercussão da denúncia ganhava status profissional.
Com esse status ele ganhava liberdade para novas denúncias. E aí passava a entrar no mundo de interesses do lobista.

Quer ver mais?! Veja

O “Calunista” que é a "cara da VEJA" ...

REINALDO AZEVEDO
Por Luís Nassif

Azevedo foi um jornalista apagado até os 40 anos de idade. Depois, entrou para a revista “Primeira Leitura”, que cerrou as portas quando foi denunciado o esquema de patrocínios políticos absurdos que a mantinha e que envolveu a NOSSA CAIXA do governo tucano de São Paulo. Patrocínio desfeito, a ira do “Rei” com seus ex-amigos do PT, partido a que ele era filiado, virou um caso patológico.
Foi, então, contratado por Mario Sabino para se tornar o blogueiro da Veja,  incumbido dos ataques aos adversários e da bajulação aos aliados e à empresa. Pratica ambos com notável desenvoltura.
Dedica a Sabino temor reverencial. Quando não recebe ordens diretas da direção, procura se antecipar ao que considera ser a opinião da revista.
Às vezes erra e entra em pânico.
Quando Barack Obama despontou nas pesquisas, escreveu comentário preconceituoso contra ele. No final de semana a edição da revista elogiava o candidato. Sua reação foi um e-mail temeroso a Sabino, perguntando das conseqüências do escorregão.
Acalmou-se quando recebeu o “nihil obstat”. Passou recibo no Blog, divulgando o e-mail súplice e a absolvição generosa.
Tenta reproduzir o ideal “yuppie” do grupo, como apregoar que sempre foi bem sucedido (até os 40 anos era jornalista apagado e  desempregado), gostar de uísque escocês e separar parte de suas cinco horas de sono para “fazer amor”. Aprecia quando comentários supostamente assinados por leitores (grande parte dos comentários é de "anônimos", que tanto podem ser leitores quanto o próprio blogueiro) realçam sua inteligência e charme.
Gosta de ser chamado de "meu Rei" e "tio Rei" pelos leitores. Esbanja preconceito contra negros, mulheres, abusa de um linguajar chulo, não tem limites para caluniar ou difamar críticos da revista.
Seu blog participa do  circuito de blogs que fazem eco às "denúncias" lançadas pelo lobby de Daniel Dantas.
É reconhecidamente pessoa desequilibrada, com pendores homofóbicos. Tem obsessão por insinuações sexuais contra adversários e é especialmente agressivo com mulheres. Consegue saltar, sem nenhum filtro, da agressão mais escatológica contra os "inimigos" à bajulação mais rasteira às chefias.
Em qualquer publicação, independentemente do porte, seu desequilíbrio seria contido dentro de limites editoriais. Na Veja de Eurípedes-Sabino não só tem autorização para fazer o que quiser-até sugerir "boquetes" ao presidente - como é estimulado a isso.
Graças à falta de  discernimento de Eurípedes e Sabino e à pouca importância que ambos - mais a Abril - dedicam ao trabalho de preservação da imagem da revista, Azevedo representa uma espécie de caricatura, a parte mais grotesca do processo de degradação editorial da revista. É um esgoto sem filtro. Todo o seu desequilíbrio é despejado diariamente no Blog e sua atuação festejada por Sabino.
Hoje em dia, junto ao universo crescente dos freqüentadores da Internet, a imagem de Veja tornou-se irremediavelmente ligada à de Azevedo, o "tio Rei".


É o exemplo mais acabado do processo de deterioração moral e editorial que tomou conta da revista.


Blog JENIPAPONEWS também está no PORTAL DO NASSIF

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Falsos Profetas...


Armando Falcão - este ministro da Justiça(?) do vídeo logo ali embaixo -, amigo fiel e dedicado a Roberto Marinho por mais de 30 (trinta) anos, sofreu a maior das traições de sua vida. Teve seu filho, Guilherme Falcão, dirigente da "Afundação" Roberto Marinho, demitido sumariamente por Roberto Marinho, e também pelo fato de seu irmão, José Armando Falcão estar defendendo a ex-esposa de Roberto Marinho, D. Ruth Albuquerque Marinho, na separação do casal.
Pai ferido, o ex-ministro Armando Falcão, em defesa do filho não poupou em nada o seu ex-melhor amigo Roberto Marinho e traçou um preciso, meticuloso e arrepiante retrato de Roberto Marinho, chamando-o de "desumano, mesquinho, exibicionista, um camelô de si mesmo, campeão da vaidade vã, faminto de fama e caçador insaciável de títulos honoríficos, senil, analfabeto cujos textos que assina são escritos por outra pessoa (Jorge Serpa), doutor entre aspas ("Doutor Roberto") que jamais cursou uma faculdade, não sendo formado em coisa alguma, nem mesmo em jornalismo" (embora obrigue as pessoas a chamá-lo de doutor).
Arrematando o quadro que traçava com fortes pinceladas, Armando Falcão reforça um outro lado do perfil de Roberto Marinho com outros "atributos" do falso Doutor Roberto, como por exemplo usar de todos os meios - lícitos e ilícitos - para conseguir o que queria, construindo a gosto e bel prazer falsas reputações ou destruindo algumas das mais nobres reputações do país, conseguindo, inclusive, abafar todo e qualquer escândalo, até mesmo quando poderia ser preso (como no escândalo da "Afundação"), caso fosse um cidadão comum. E citando as próprias palavras de Roberto Marinho: "Não te mete. Deixa comigo. Sempre ganho as minhas guerras. Hoje, sou tão poderoso que me sinto um homem colocado acima do bem e do mal."

Ele é Fiel...

Salmo da Rede Globo: de 1964 até sempre. O golpe é o meu guia, nada me faltará.



 1. O GOLPE é o meu guia, nada me faltará.

2. Deita-me em verdes (?), guia-me mansamente a águas tranquilas propiciadas pela cooperação.

3. Refrigera a minha empresa; guia-me pelas veredas da satisfação, por amor do seu nome, oh, Redentora amada.

4. Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte — visse os executados, torturados, desaparecidos—, nada diria. Não temeria mal algum, porque tu estás comigo; as tuas tropas e os teus canhões me garantem que tudo será como deve ser.

5. Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, todos algemados e instalados com segurança (para nós) no pau-de-arara. Sabe como é, comunistas são perigosos. Unge a minha empresa e retribuiremos, pois é dando que se recebe.

6. Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do GOLPE ad infinitum, pelo menos enquanto não houver repúblicas populares entre nós. Amém!

Agenor Bevilacqua Sobrinho – S. Bernardo do Campo - SP



Ministro da ditadura, Armando Falcão, amigo do peito e protetor do dono das organizações Globo, Roberto Marinho.
 
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