sexta-feira, 22 de julho de 2011

Andrés Sanches... Presidente do Corinthians.


Ganha estádio por apoiar Ricardo Teixeira
Dirigente se alia ao presidente da CBF e recebe sede da Copa como prêmio.

Em 2007, o Corinthians passou pelo vexame de ver a sua sede invadida pela polícia. Com autorização da Justiça, agentes recolheram documentos e computadores. O alvo era o então presidente Alberto Dualib. 

Andrés Sanchez tinha sido vice-presidente de futebol de Dualib pouco antes: eram os tempos de Carlitos Tevez dentro de campo. 

Fora de campo, quem comandava era Kia Joorabchian (representante da então parceira MSI). O iraniano era acusado de usar o clube para lavar o dinheiro roubado pela máfia russa. 

Kia e Andrés viraram íntimos. Saíam sempre juntos para aproveitar a noite paulistana. 

Dualib acabou condenado a três anos e quatro meses de prisão em regime aberto. Andrés escapou, não se sabe como. 

Acuado pela polícia, Andrés pulou rápido para o barco da oposição. E acabou eleito presidente do Corinthians em 2007. 

Quem conhece os bastidores da política corintiana, como o jornalista e blogueiro Paulo Cézar Prado, o Paulinho, diz que a parceria com Kia continua. 

- O senhor Andrés Sanchez é laranja do senhor Kia Joorabchian. Kia Joorabchian é hoje o presidente de fato do Corinthians e o André Sanchez é o presidente de direito. 

Na estreia do Heródoto Barbero, na RecordNews, o tucano Geraldo Alckmin foi peremptório.

Não ia dar um tusta para o Itaquerão.

Um tusta !

Hoje, diante dos argumentos poderosos do Andrés Sanchez, ele anunciou que o Governo do Estado de São Paulo vai entrar com R$ 70 milhões.


Que encantos tem o Sanchez?

Dimitris Tzalas - conhecido como "Grego" - que compra e vende jogadores. E já fez vários negócios com o Corinthians. 

- É realmente uma quadrilha. Estão ganhando muito dinheiro. Não tem negócio feito no Corinthians que o Andrés não leve comissão. Não é à toa que o chamam de "Taxinha". 
- Este é o TED da conta do Carlos Leite para a Luppi [R$ 700 mil datados de 11/01/2009]. Tenho outro aqui, do Carlos Leite para o Oliveiro Junior [R$ 350 mil], agora, este daqui você vai reconhecer… da Luppi para o Wagner Martins Ramos… sabe quem é, né? 

Wagner foi sócio de Andrés na Sol Embalagens Plásticas, como aparece nos documentos da Junta Comercial de São Paulo. 

Hoje, a empresa está em nome de um primo de Andrés - José Sanchez Oller. 

José, Wagner e Andrés têm uma vida empresarial movimentada. Já foram ou ainda são sócios de 43 empresas. Elas mudam frequentemente de nome e endereço. 
Quando começou a frequentar o Corinthians, Andrés Sanches era um homem pobre. A família vivia do dinheiro de uma banca de verduras no Ceasa de Campinas. Depois, abriu uma fábrica de embalagens. 

Hoje, a simplicidade é coisa do passado. Dentro de seu carrão importado, gosta de dizer que é um homem bem-sucedido. Cyborg estranha o padrão de vida do dirigente. 

- Como é que milionário não tem nada no nome dele? Ele não tem nenhuma propriedade no nome dele? 

Com fama de explosivo e boêmio, Andrés Sanchez virou um personagem importante, não apenas para o Corinthians, mas para a estrutura de poder do futebol brasileiro. Ele virou parceiro preferencial de Ricardo Teixeira, o chefe da CBF. Foi assim que o presidente do time mais popular de São Paulo decidiu votar de acordo com os interesses de Teixeira e da TV Globo, na eleição para o Clube dos 13. 

Fonte: Jornal da Record

sábado, 16 de julho de 2011

Rupert Murdoch...

Um tranco no barão da direita
Por Alberto Dines
Um episódio sem precedentes na história do moderno jornalismo: o fechamento do tablóide marrom News of the World (doravante designado como NOTW) e a prisão de duas figuras-chave, depois soltos sob fiança – sem qualquer passeata ou abaixo-assinado de protesto –, marcam uma espetacular virada nas relações mídia-midiados no mundo ocidental.
O leitor-cidadão, afinal, percebeu o entupimento da rede de esgotos; a sujeira acumulada começou a escapar pelo ralo e macula o processo democrático, o sagrado direito de informar e, de roldão, a última profissão romântica.

Para avaliar as dimensões do acontecido convém anotar o seguinte:
• A imprensa não está no banco dos réus. Quem denunciou o escândalo não foi um governo autocrático nem uma polícia bolivariana: foi um jornalão de qualidade,o progressista The Guardian, secundado as ottovoce, meia voz, pelo conservador The Economist.
• Escândalo flagrado e denunciado, ninguém está clamando por mais controles sobre a imprensa. Em uníssono (até agora), todos exigem que a autorregulação saia da esfera do engodo e da fantasia para tornar-se real, efetiva, sobretudo rápida.
• É um equívoco considerar Rupert Murdoch como símile contemporâneo dos magnatas da imprensa do passado: sua linhagem não é a mesma de W. R. Hearst. Está mais para Joseph Goebbels. Murdoch é um caudilho da direita internacional empenhado em destroçar tudo o que o liberalismo político e o welfare state construíram ao longo do último século. O ex-premiê José Maria Aznar não faz parte de um dos Conselhos da News Corp. por seus méritos jornalísticos. Ele está lá por que é um expoente do reacionarismo espanhol até hoje empenhado em santificar Francisco Franco.

Bola de neve

• O fechamento do NOTW e seus inevitáveis desdobramentos não podem ser circunscritos às singularidades britânicas, nem sua associação com policiais eram exclusividade dos legionários de Murdoch. O editorial que introduz o especial do Economist sobre imprensa nesta semana deixa claro que outros tablóides usavam os mesmo métodos, talvez menos ostensivamente. Importa saber que Murdoch tem mais força política nos EUA. É o patrono da metade de um gigantesco país entregue a uma histeria conservadora que alimenta continuamente através do vale-tudo noticioso da Fox News (chamado defoxificação pelo Economist) que vence em audiência e faturamento as rivais CNN e MSNBC juntas.
• Na entrevista que concedeu à Folha de S.Paulo na segunda-feira (11/7), o antípoda de Murdoch, o fundador do El País Juan Luís Cebrian, lembrou que “jornais nasceram no começo do século 19... formam parte das instituições do mundo democrático... jornal é uma concepção de mundo. Da primeira à última página...” (ver “Google e Facebook são os concorrentes dos jornais”). Murdoch detesta os jornais-instituições, sua visão de mundo é diametralmente oposta. O jornal-instituição tende naturalmente para um processo decisório colegiado, minimamente consensual. É o que o déspota Murdoch mais detesta.
• Apostou na internet porque representava o fim da imprensa esclarecedora, iluminista. Preocupou-se mais em enfrentar a pirataria do Google (que se servia do conteúdo alheio para ficar com o total das receitas) do que em explorar vantagens digitais como ferramenta ou plataforma.
Há 20 anos que Rupert Murdoch ganha todas as paradas. Em algum momento o processo deveria ser barrado. Ou drasticamente revertido. Tudo indica que o momento chegou. A bola de neve pegou um dos mais perversos criadores de bolas de neve.

AULA DE CIDADANIA...

(clique e amplie)
Cineas Santos
Pediram-me que traçasse um rápido perfil da arqueóloga Niède Guidon. Não precisei pensar muito para fazê-lo: é uma cidadã competente, obstinada e corajosa, cercada de problemas e incompreensões por todos os lados. Venho acompanhando, com o mais vivo interesse, a trajetória da Dra. Niède desde o início da década de 70. Nunca vi ninguém com maior capacidade de entregar-se, de corpo e alma, a uma causa que não é apenas dela; é da humanidade: a defesa incondicional do Parque Nacional da Serra da Capivara. Por ele, Niède morreria se necessário fosse. Aliás, em mais de uma oportunidade já foi ameaçada de morte. Com ardente paciência e com uma coragem que beira à insanidade, a pesquisadora não transige, não faz concessões nem conchavos. Exige que se cumpra a lei, que se respeitem a vida e os registros do que, um dia, foi vivo.
          Os desafios e empecilhos, na vida da pesquisadora, apareceram antes mesmo de ela chegar à Serra da Capivara. No início da década de 60, ao ver algumas fotos das pinturas rupestres da serra, decidiu, por sua conta e risco, percorrer os 3.000 Km que separam São Paulo do Piauí encarapitada num bravo fusquinha. O transbordamento de um rio, na Bahia, impediu-lhe a passagem. Não desistiu do intento e já se preparava para fazer o mesmo percurso, quando ocorreu o golpe de 64. A arqueóloga teve de deixar o país às pressas para não ser presa. Na França, longe das garras dos generais de plantão, manteve aceso o sonho de voltar à Capivara. Em 1973, regressou ao Brasil e, finalmente, pôde defrontar-se com “a mais bela visão” de sua vida: os imensos paredões   da serra, rendilhados de pinturas rupestres, únicas no mundo. Armou sua tenda no meio da caatinga e, ao longo desses 38 anos, só se afastou da Capivara para buscar recursos em Brasília e no exterior. Com o que conseguiu pôde viabilizar novas pesquisas e criar o Museu do Homem Americano.
          É ocioso dizer que sempre conviveu com incompreensões de toda ordem. Se os são-raimundenses encaravam-na com desconfiança, acusando-a inclusive de “furtar peças para vender na França”, seus colegas de ofício não aceitavam sua tese de que, há mais 50 mil anos, humanos já povoavam aquela remota região do planeta. Impávida, lutou pela criação do Parque e vem lutando, obstinadamente, pela conclusão do aeroporto internacional de São Raimundo Nonato, “única forma de tornar o Parque Nacional da Serra da Capivara auto-sustentável”, acredita.
          Na semana passada (30/06), na Academia de Medicina do Piauí, com voz cansada e gestos lentos, Niède Guidon ministrou uma magnífica aula de cidadania para uma plateia atenta e emocionada. Ao terminar, deixou em cada um de nós um sentimento contraditório, misto de alegria e tristeza. Alegria por sabermos que existem pessoas capazes de se doar a uma causa tão nobre; tristeza por não sabermos o que será do Parque quando ela se for.

Niède desembarca no Alto Xingú em 1970. Daí para o Piauí, foi um salto na história.

Niède Guidon (Jaú, São Paulo, 12 de março de 1933) – Arqueóloga brasileira descendente de franceses. Formada em História Natural pela USP, trabalhou no Museu Paulista, quando tomou conhecimento do sítio arqueológico de São Raimundo Nonato no Piauí no Piauí, no ano de 1963.
Especializou-se em arqueologia pré-histórica, pela Sorbonne, e especialização pela Universidade de Paris I.
Desde 1973 integra a Missão Arqueológica Franco-Brasileira, concentrando no Piauí seus trabalhos, que culminaram na criação, ali, do Parque Nacional da Serra da Capivara.


Cineas Santos é professor e editor em Teresina, Piauí.


Caricatura: João de Deus Netto (Jenipaponews)
Foto Niède no Xingú - escavada do livro "O Paraíso é no Piauí", da jornalista .Solange Bastos.
As origens do homem americano de 60 mil anos, nestes links:

quinta-feira, 7 de julho de 2011

ADIVINHE QUEM VAI ENGOLIR QUEM?

CARREFOUR: 15.973 funcionários
CASINO: 11.663 funcionários
PÃO DE AÇÚCAR: 1.643 funcionários


(clique e amplie)

Casino diz que não abrirá mão do direito de controlar Pão de Açúcar

Grupo francês, em 2005, comprou direito a ter o controle a partir de 2012.
Casino diz que irá analisar documentos que está recebendo sobre a fusão PÃO AÇÚCAR / CARREFOUR.


Presidente do Grupo atacadista Francês e um dos maiores do mundo, CASINO, sobre se valeu a pena ou não fazer negócio com Abílio Diniz, dono do Grupo Pão de Açúcar:
 “Considero que fiz muito bem em investir em 1999, quando o Brasil ainda não era o que é hoje em dia e o Grupo Pão de Açúcar era um negócio medíocre, que saía de uma quase falência. Quando Diniz procurou no mundo inteiro investidores, eu fui aquele que aceitou. Fiz essa aposta e estou muito contente com o desenvolvimento do Pão de Açúcar e do Brasil”.
Jean-Charles Naouri – presidente do grupo varejista francês, Casino.

PARA ENTENDER MELHOR

O Pão de Açúcar estava falindo, então pegou 2 bilhões de dólares com este Grupo CASINO, assinando compromisso de que dentro de dois anos faria sociedade com a própria Casino, dando 43% das ações como forma de agradecimento e garantia de sociedade para o principal concorrente, na França, da gigante Carrefour.
Agora, na surdina, Diniz traia quem lhe socorreu, fazendo sociedade com o arqui-inimigo de quem não lhe deixou cair em desgraça. E o que é pior, querendo dinheiro do governo (BNDES / povo) pra se dar bem no mercado varejista internacional.

Quem ainda lembra, deve estar se perguntando: Abílio Diniz pegando dinheiro do governo Dilma/Lula? O mesmo Lula que ele dizia ser amigo e patrocinador, junto com o PT, dos terroristas chilenos que o seqüestraram na época das eleições presidenciais que não eram vigiadas e denunciadas pela internet?!

A imprensa golpista chefiada, pela Globo, botava e tirava quem eles queriam dos cargos políticos mais importantes no Brasil. O farsante “caçador de marajás”  da “república das Alagoas”, Fernando Collor, foi um produto mal acabado dessa máfia. Depois veio o enganador, mentiroso e cínico sociólogo FHC, e, por último, desnecessário relembrar o episódio mais sujo de uma campanha eleitoral em toda história recente do planeta, tendo como boneco de recado o autoritário, igualmente enganador e também farsante (diplomas comprovam), José Bolinha de Papel Higiênico Serra. 
A hora e a vez do Abílio Diniz também ajustar as contas amargas do Pão de Açúcar com o traído “sócio” que lhe deu proteína financeira pra sobreviver.

@@@@

PLANTÃO! A suposta desavença entre o Pão de Açúcar e o seu financiador e sócio Casino, na verdade é uma jogatina para que se encontre uma solução que envolva também o Carrefour. Aí é que terrorismo comercial será maior com estes três gigantes se apoderando do comércio varejista brasileiro.

Perguntinha que não quer ser vendida no varejo: ainda existe no Brasil um órgão de nome CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica?
Esta autarquia ligada ao Ministério da Justiça tem como objetivo orientar, fiscalizar, prevenir e apurar abusos do poder econômico, exercendo papel tutelador da prevenção e repressão do mesmo.

@@@@@

 FUSÃO EMPRESARIAL COM DINHEIRO DO POVO?!!!
 (Clique para ampliar)

Chega a ser molecagem (e é!) que os tucanos estejam falando em CPI sobre a possível participação do BNDES (Bndespar) na operação de fusão do Pão de Açúcar com o francês Carrefour. A autoridade moral do tucanato, neste assunto, está mergulhada no esgoto Tietê.


(João Grillo-JenipapoNews)

SEQUESTRADORES PETISTAS - Polícia veste camisa do PT em um dos sequestradores.
Veja a sujeira do sequestro do Abílio Diniz atribuído ao PT/Lula, em 1989. A canalhice deu vitória no segundo turno ao Collor. Leia o desmentido: CLIQUE   


ABÍLIO DINIZ, HOJE:
  
“Espero que o legado de Lula não se perca”(19/10/2010)
Véspera da já assegurada derrota do Serra.  CLIQUE 

 Nota do Jenipaponews: O governo de FHC ven(deu) parte do patrimônio público do Brasil dando dinheiro(?) do próprio Brasil (BNDES) para os compradores "comprarem"(?) o que era do Brasil.
Tá ruim de entender, não está?!

SALVE-SE QUEM PUDER!


Com a possível junção do Pão de Açúcar com o Carrefour será criada a terceira maior empresa do Brasil, só menor do que a Petrobrás e a Vale do Rio Doce!

Assombroso? Deixa isso acontecer, pra se ver como ficarão os preços das mercadorias no poder desse quase monopólio!
Mais? O presidente do CNDL – Confederação Nacional de Diretores Lojista – alerta sobre a certeza de fechamentos de lojas por causa da “sobreposição” (das já existentes), dos dois grupos. Algo como duas na mesma região, ou muito próximas.
   

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Passado o 7º Dia ...

(clique na ilustração)
Lobismo destruidor
SE ELEITO, SERRA QUERIA PAULO RENATO DE VOLTA PARA COBRAR MENSALIDADE EM UNIVERSIDADES PÚBLICAS.

Ex-colega do Zé Bolinha de Papel Serra no ministério do desgoverno FHC, o Secretário da Educação do desgoverno tucano paulista, Paulo Renato Souza, era nome certo para voltar ao Ministério da Destruição da Educação, se por acaso o enganador tivesse sido eleito presidente da República. Ambos eram unha e carne, irmanados que estavam no mesmo ideal privatizador/entreguista do patrimônio público.
Apenas para clarear a memória, citamos o registro feito pelos jornalões da época em que os próceres do PSDB queriam, porque queriam, “desmontar a Petrobras osso por osso” e livrar-se da petrolífera, tida por eles como "um dos últimos esqueletos da República".
Paulo Renato, o homem das hirsutas sobrancelhas (que, por sinal, ficam encrespadíssimas toda vez que a internet invoca seu santo nome), temos de admitir, é bom de negócio. Eleito deputado federal (financiado pela Folha de S.Paulo), licenciou-se na Câmara para ocupar a Secretaria de Educação de José Çerra, sem abrir mão de seu lucrativo empreendimento de tráfico lobista. Entre as inúmeras – e tenebrosas – transações que efetuou no cargo, a mais vergonhosa, certamente, foi esta aqui, em que a Secretaria da Educação paulista encomendou a impressão de 24.139.900 exemplares de “cadernos do aluno” à empresa Posigraf, do Grupo Positivo, cliente graúdo da empresa lobista de Paulo Renato. Se ainda não estiver de bom tamanho, recupere aqui a farra de quase R$ 100 milhões do governo tucano com a Microsoft.
Pois, em uma entrevista à reporter Monica Weinberg, da revista Veja, Paulo Renato Sousa – amigo de fé, irmão-camarada de Serra – declarou, sem pejo, que é “bobagem” essa história de “preservar a universidade gratuita”, e que “é preciso, de uma vez por todas, começar a enxergar as questões da educação no Brasil com mais pragmatismo e menos ideologia”.
Não somos nós que estamos dizendo. São eles, os próprios vendilhões.

Para ler a íntegra da entrevista de aluguel, respire fundo e vá até o site Educar para Crescer, do Grupo Abril, onde está abrigado o texto completo da conversa imoral, entreguista recheada de canalhice sem o menor pudor.


CONHEÇA MAIS DO TRAFICANTE LOBISTA VENDIÃO DO ALHEIO QUE QUASE DESTRUIU A ESCOLA E A UNIVERSIDADE PÚBLICA BRASILEIRA, NESTES LINKS:


PORQUE PAULO RENATO FAZIA ASSINATURA DE JORNAL ESPANHOL PARA A ESCOLA PÚBLICA PAULISTA?





segunda-feira, 30 de maio de 2011

Flor do Néscio...

(clique na ilustração para ampliar)
Ministro da Educação Fernando Haddad
A expressão "Última flor do Lácio", inculta e bela" é o primeiro verso de um famoso poema de Olavo Bilac, poeta brasileiro que viveu no período de 1865 a 1918. Esse verso é usado para designar o nosso idioma: a última flor é a língua portuguesa, considerada a última das filhas do latim (Língua indo-européia , primitivamente falada no Lácio, antiga região da Itália, e, paulatinamente, em todo o império romano, e cuja existência está documentada desde o séc. VI a. C.).
O termo inculta fica por conta de todos aqueles que a maltratam (falando e escrevendo errado), mas que continua a ser bela.

Língua portuguesa

Olavo Bilac


Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...

Amo-te assim, desconhecida e obscura.
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela,
E o arrolo da saudade e da ternura!

Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

Em que da voz materna ouvi: "meu filho!",
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!

Olavo Bilac, além de poeta parnasiano, cronista, contista, conferencista e autor de livros didáticos, deixou também na imprensa do tempo do Império e dos primeiros anos da República vasta colaboração humorística e satírica, assinada com os mais variados pseudônimos, entre os quais os de Fantásio, Puck, Flamínio, Belial, Tartarin-Le Songeur, Otávio Vilar, etc., assinando, em outras vezes, o seu próprio nome. Nascido no Rio de Janeiro a 16 de dezembro de 1865, foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, em que ocupou a cadeira nº. 15, que tem Gonçalves Dias por patrono. No seu principal livro, "Poesias", incluiu Bilac alguns sonetos satíricos , sob o título de "Os Monstros". Escreveu livros em colaboração com Coelho Neto, Manuel Bonfim e Guimarães Passos, sendo que, com este último, o volume intitulado "Pimentões", de versos humorísticos.

Os versos acima foram extraídos do livro "Poesias", Livraria Francisco Alves - Rio de Janeiro, 1964, pág. 262.
http://www.releituras.com

@@@@@@@@

(cliq nu anunss e ampli)


Meu sarrinho particular: logo agora que eu começava a aprender a bem tratar essa fulor... (João Grillo)

sábado, 28 de maio de 2011

O Porta-voz do MILLENIUM.

(clique e amplie a caricatura)
As sete pérolas de um cordão mal-ajambrado
por Wedencley Alves
Para o jornalista "bissexto", ser de direita é ser racista, homofóbico e defensor da tortura. Sem querer, Guilherme Fiúza explica em suas próprias palavras porque ninguém se assume de direita neste país.
E veio de onde menos se esperava a pior definição do que é ser de direita.  Sinceramente, acredito que esta vertente ideológica não merecia tamanha injustiça...
Imagino que qualquer um com um pouco de discernimento acredite que há um pensamento  de direita que não se  preste, necessariamente, ao reacionarismo, racismo,  à homofobia ou defesa apaixonada de torturadores.
Dizer que todos aqueles que sustentam a bandeira do livre mercado, da propriedade privada  ou , mesmo, se conformam com a assimetria econômica e política entre grupos sociais, fazem eco às opiniões de um Jair Bolsonaro da vida, é acreditar realmente nos próprios estereótipos expelidos por um senso comum esquerdista.
Mesmo os mais conservadores dos nossos jornais - uma redundância concessiva, diga-se de passagem - não receberam bem as palavras de Bolsonaro. Não parece que Marinhos, Frias e Mesquitas tenham se convertido de uma hora para outra em patrulheiros de esquerda.
Algumas passagens de um texto do autor reproduzido em alguns sites botinudos por aí são uma ducha de água fria para quem tem a sincera esperança de que pode haver vida inteligente em qualquer vertente ideológica.
Guilherme Fiúza sai em defesa de Bolsonaro e se indigna com o fato de que negros e gays se sentiram mal com as estripulias verbais do deputado. Não usou da mesma  tolerância com o outro deputado polêmico, o Tiririca: crimes gramaticais doem mais, para o jornalista, que a defesa da tortura.
Sem nenhuma palavra em solidariedade em favor da vítima direta das agressões,  a cantora Preta Gil, Guilherme Fiúza se irrita porque muita gente ficou irritado com tanta insensatez vinda de um representante parlamentar.
Misturando jiló com tapete persa, Fiúza tenta convencer o seu leitor lançando mão de bandeiras e frases prontas. Para o jornalista "bissexto", ser de direita é ser racista, homofóbico e defensor da tortura. Sem querer, Guilherme Fiúza explica em suas próprias palavras porque ninguém se assume de direita neste país...
LEIA MAIS DO DEBOCHE  AQUI 
E MAIS, NO  MUITO ALÉM DO DEBOCHE 


@@@@@



GUILHERME FIUZA NA WIKIPEDIA - http://pt.wikipedia.org/wiki/Guilherme_Fiuza


Ora direis, mas, só isso?! Como só isso? Seu extenso currículum só está nessa magnitude por causa do tamanho do título do livro “Meu nome não é Diogo Mainardi, porra!”, que sempre é citado acrescentando-se o nome do filme “Meu nome não é Diogo Mainardi, caralho!” Agora, some-se a isso o título do livro que você tem que ler antes de morrer... Amazônia, 20º Andar: De Ipanema para o topo do mundo, uma jornada na trilha de Chico Mendes ...

(João de Deus Netto - Caricaturista e blogueiro deste JenipapoNews.) 



A OAB DE RAIMUNDO FAORO



RAYMUNDO FAORO, NOSSO AMIGO
Maria Victoria Benevides 

Modéstia à parte, Raymundo Faoro foi um dos nossos. O consagrado autor de Os Donos do Poder era, sim, “da casa”: mestre, crítico, conselheiro, colaborador, amigo de todos nós, os pais (e mães!) fundadores e os continuadores do CEDEC.
Pouco presente em pessoa, era uma referência constante; o grande historiador, jurista e sociólogo, mas também o publicista notável, que sempre acompanhou, com sua pena certeira e suas intervenções públicas, a vida política da nação. É bem conhecida sua brilhante atuação quando presidente do Conselho Federal da OAB (1977-1979). Aliás, a OAB adquiriu um prestígio extraordinário, como fonte e voz da sociedade civil, graças a ele. Tornou-se um dos principais representantes dos que lutaram contra a ditadura, sendo
interlocutor dos políticos e dos militares, que nele reconheceram um adversário lúcido, corajoso e livre de qualquer projeto político pessoal. Sempre ficou claro, para todos que o conheceram, sua completa falta de ambição para cargos e honrarias. É importante destacar este dado de sua personalidade, pois não foram poucos os que atribuíram ao seu dinamismo à frente da OAB objetivos políticos menos nobres, como ser nomeado ministro da Justiça ou membro do STF num futuro governo democrático. Os fatos provam que ele nada quis, nem abandonou suas trincheiras de luta contra os arrivistas da “transição transada”.
Quando Luiz Inácio da Silva foi à sua casa convidá-lo para ser vice (campanha de 1989), Raymundo recebeu-o de braços abertos e adega fidalga (gostava muito do líder petista, com quem manteve relações de mútua admiração e amizade até o fim). Mas ponderou: “Lula, sou um homem preguiçoso e amante das boas coisas da vida. Aceitaria, de bom grado, uma embaixada em Viena...desde que vitalícia”.

Apesar de participar, junto com Mino Carta, seu fraternal amigo, das revistas  IstoÉ/Senhor, Carta Capital e do excelente e efêmero  Jornal daRepública, era pouco presente em São Paulo. Detestava deixar o Rio de Janeiro, onde morava – com fino gosto (e entre montanhas de livros e vídeos de teatro) –, debaixo do Cristo Redentor, com quem, dizia, muitas vezes “acertava as contas”, o coração pesado de ira et studio. O bairro chama-se Cosme Velho, escolhido como se Raymundo Faoro quisesse também os ares bucólicos de seu querido Machado, sobre o qual escreveu a obra prima Machado de Assis: A Pirâmide e o Trapézio (livro pouco lembrado, o que é uma lástima). Aliás, como o velho bruxo, Raymundo tinha o horror de ser “medalhão”. Aceitava nossos convites, no CEDEC ou na USP, mas avisava: estão proibidas as louvações.



Maria Victoria Benevides é socióloga e professora titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP)

FAORO ANALISA A 
SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA


RAIMUNDO FAORO  HISTORIADOR 



OAB, MINHA CASA MINHA VIDA!

(clique na ilustração e amplie)

MNBD-Brasil fala de ética a Ophir Cavalcante


Há quem diga, que o senhor Ophir Cavalcante, está confundindo a OAB com o projeto do governo, minha casa minha vida, onde a OAB é sua casa e a presidência é o ar que ele respira.
Outro fato interessante que vem ocorrendo é o numero expressivo de políticos, juízes, promotores, procuradores e até mesmo dirigentes e membros da OAB que vem se manifestando contra o exame de ordem, principalmente de advogados que, não só vem se manifestando contra o exame de ordem, como também estão se juntando ao MNBD (Movimento Nacional dos Bacharéis em Direito) e se colocando a disposição do movimento para que se cumpra a constitucionalidade.

È muito comum no mundo acadêmico e até mesmo entre advogados, ouvir que a OAB seria o quarto poder, mas parece que o senhor Ophir Cavalcante está descobrindo que são apenas três, que existem mais Vladimir Souza Carvalho pelo país e que os bacharéis não são tão incompetentes quanto parece perante um exame tão mal elaborado, tão confuso, cheios de pegadinhas e maus exemplos, como é o exame de ordem.

Talvez, o senhor Ophir Cavalcante, não tenha notado que, independente do exame de ordem ser inconstitucional, esse senhor mexeu com o brio de muitos brasileiros que se sentiram ofendidos com suas declarações, entre eles, profissionais da área do Direito que foram desrespeitados dentro de suas atribuições.

Com tudo, democraticamente, os bacharéis em Direito vem se unindo e se organizando por todo o país, não para discutir opiniões se o exame de ordem é bom ou ruim e sim  para exigir que se cumpra a lei maior, a Constituição Federal.



Nova logomarca da Ordem, segundo a concepção do novo proprietário.

Caricatura e logomarca: João de Deus NETTO - jenipaponews.

domingo, 22 de maio de 2011

A Pedrada da Vez...

(clique na ilustração e amplie)

- "Essa música eu fiz em parceria com Pedro Malan, André Lara Rezende, Persio Arida , Francisco Lopes, Luis Carlos Mendonça de Barros, Arminio Fraga, Ricardo Sergio e principalmente Daniel Dantas ..."

"Eu sei que vão censurar
O meu proceder
Eu sei mulher
Que você mesma vai dizer
Que eu voltei prá me humilhar
É, mas não faz mal
Você pode até sorrir
Perdão foi feito
Prá gente pedir
Perdão foi feito
Prá gente pedir..."

DOM JOÃO VI, PAULO MALUF, FERNANDO HENRIQUE CARDOSO,ZÉ DIRCEU, ZÉ SARNEY,JOSÉ SERRA, ARRUDA DELÚBIO SOARES, JOAQUIM RORIZ, RENAN CALHEIROS, ZÉ SARNEY,KASSABI, YEDA CRUSIUS, NEWTON CARDOSO, JOAQUIM RORIZ, SÉRGIO NAYA, NICOLAU DOS SANTOS NETTO, ADEMAR DE BARROS, ZÉ DIRCEU, HUGO NAPOLEÃO, JOSÉ SARNEY,GENEBALDO CORREA,PAULO SALIM MALUF, RAIMUNDO CARDOSO, ÍRIS RESENDE, INOCÊNCIO DE OLIVEIRA, ROMERO JUCÁ, CELSO PITTA, DIVALDO SURUAGY, AMAZONINO MENDES, ORESTES QUÉRCIA, LUIZ ANTÔNIO FLEURY FILHO, CÉSAR MAIA, ANTONY GAROTINHO, ROSINHA GAROTINHO, ÁLVARO LINS, IBSEN PINHEIRO, ANTÔNIO ROGÉRIO MAGRI, FERNANDO COLLOR DE MELLO, ZÉLIA CARDOSO DE MELLO, ROSANE COLLOR, JOÃO DE MELO ELEUTÉRIO, EURICO MIRANDA, ELÓI BRAZ SESSIM, GILBERTO MESTRINHO, JOSÉ IGNÁCIO FERREIRA, JOSÉ CARLOS GRATZ, JOSÉ ARTHUR GUEDES TOURINHO, MÃO SANTA, JORGE MURAD, JOSÉ CARLOS DE CASTRO MARTINEZ, SIQUEIRA CAMPOS, JAIRON BARROS NEVES, RICARDO FIUZA, EZIO FERREIRA, RONALDO ARAGÃO,ZÉ SARNEY, GILMAR MENDES, AÉCIO NEVES... OS DIRETÓRIOS DO PSD,UDN,PFL, 
ARENA, (P)MDB, PDS,PSDB, DEMO,PT,PP,PPS,PQP,PRN,PSOL,PQP,PTC, PSC, PQP...

Continua a semana que vem logo após a DIVULGAÇÃO das pesquisas de popularidade LULA / DILMA; Balança Comercial, Exportação, Índices de Empregos,Feirão da Casa Própria, PAC, Balança Comercial, Salário Mínimo, IBGE/POBREZA, Enem, Comparativo Inflação, Queda tiragens Jornais, Revistas, Queda Audiência do JN, Fantástico, RECORD chegando, BOLSA EDUCAÇÃO, Início das OBRAS nos AEROPORTOS, PRISÃO DE TRAFICANTES NO RIO, KIT GAY...  


Caricatura e montagem microfone: João de Deus NETTO


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...