As sete pérolas de um cordão mal-ajambrado


FALA FIÚZA!
1. "No Brasil de hoje, como se sabe, ningúem é de direita. Ou melhor: a direita existe, mas é uma espécie de sujeito oculto, que só aparece para justificar os heróicos discursos da esquerda - eterna vítima dela".Que história é essa? O que são os partidos de direita se não...de direita?

2. "Bolsonaro é filiado ao Partido Progressista, mas é uma espécie de reacionário assumido. Defende abertamente as bandeiras da direita - que, como dito acima, não existem mais".Aqui Guilherme Fiúza associa diretamente e sem rodeios "direita" e "reacionarismo".
3. Se Jair Bolsonaro é ou não é racista, não é essa polêmica que vai esclarecer. No CQC, pelo menos, ele não disparou deliberadamente contra os negros. Estava falando de promiscuidade, porque seu alvo era o homossexualismo.Ou seja, ainda que não seja racista, ele pode ser homofóbico. Ah, bom.

4. Bolsonaro nem sequer pregou a intolerância aos gays.Isso é um protesto?
5. Seria saudável que os gays, com seu humor crítico e habitualmente ferino, fossem proibidos de fustigar a truculência dos militares?Agora sim. Aprendemos que ser gay é ter o  humor crítico e habitualmente ferino. 

6. A entrevista também passou pelo tema das cotas raciais. Jair Bolsonaro declarou o seguinte: “Eu não entraria num avião pilotado por um cotista. Nem aceitaria ser operado por um médico cotista”. É a resposta de um reacionário, um dinossauro da direita, prescrito (sic) pelas modernas ideologias progressistas e abominado por sua lealdade ao regime militar.O leitor entendeu?

7. De mais a mais, se manifestantes negros podem tentar barrar um bloco carnavalesco que homenageia Monteiro Lobato, por que um deputado de direita não pode ser contra o orgulho gay e as cotas raciais?Lógico que pode. Não deveria ser racista e homofóbico. E, se for, merece sim as críticas e os protestos. Afinal de contas, pode-se perguntar: a indignação é monopólio da direita?



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O PIG de bengala.
INSTITUTO MILLENIUM toda a democracia que o dinheiro pode comprar!
Saiu na Agência Carta Maior:

Vale a pena refletir mais um pouco sobre os significados e consequências do 1º Fórum Democracia e Liberdade de Expressão, realizado pelo Instituto Millenium em 
São Paulo, na segunda-feira, 1º de março de 2011.

Por Gilberto Maringoni, na Carta Maior

A grande questão é: por que os barões da mídia resolveram convocar um evento público para discutir suas ideias? Ta bom, vamos combinar. A R$ 500 por cabeça não é bem um evento público. Mas era aberto a quem se dispusesse a pagar.
No subsolo do luxuoso hotel Golden Tulip estavam o que se poderia chamar de agregados da Casa Grande dos monopólios da informação, como intelectuais de programa e jornalistas de vida fácil. Todos expuseram suas vísceras, em um strip-tease político e moral inigualável. Um espetáculo digno de nota. Nauseabundo, mas revelador.
Uma observação preliminar: os donos, os patrões, os proprietários enfim, tiveram um comportamento discreto e comedido ao microfone. Não xingaram e não partiram para a baixaria. Quem desempenhou esse papel foram os seus funcionários.
Nisso seguem de perto um ensinamento de Nelson Rockfeller (1908-1979), relatado em suas memórias. Quando resolveu disputar as eleições para governador de Nova York, em 1958, falou de seus planos à mãe, Abby Aldrich Rockefeller. Na lata, ela lhe perguntou: “Meu filho, isso não é coisa para nossos empregados?”.
Os patrões deixaram o serviço sujo para os serviçais. Estes cumpriram o papel com entusiasmo.
Saiba mais o que significa este... INSTITUTO MILLENIUM!
Civita dono do Grupo Abril



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