quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

SUAPE É UMA REVOLUÇÃO EM PERNAMBUCO QUE O PIG NÃO MOSTRA

Governador de Pernambuco Eduardo Campos

O NORDESTINO VOLTANDO PRA CASA.
“Aqui só não tem emprego quem não sai de casa.”
É a frase do Carlos, garçom do restaurante Beijupirá, de Porto de Galinhas, perto de Recife.
A meia hora dali fica Suape. Suape é um porto e um distrito industrial de 14 MIL HECTARES (o maior porto da Europa, Roterdã, tem 5 MIL ha).
Tem 96 empresas. 20 plantas em construção.
A General Motors do Brasil também vai para lá.
São investimentos de US$ 20 bilhões, o que é igual a 28 anos de investimentos privados em Pernambuco.
Hoje, Suape emprega, diretamente, 30 mil pessoas.
Quase todos recrutados na região metropolitana de Recife – muitos, filhos de cortadores de cana e pescadores.
Suape será o destino de um ramal da Trans-Nordestina. 
(O outro será Pecém, no Ceará.)
No PAC2, Suape vai construir um terminal açucareiro, um novo terminal de containeres e um terminal de granéis sólidos.
A maior obra de Suape é a Refinaria Abreu e Lima, da Petrobrás, em parceria com a PDVSA, da Venezuela.
(Abreu e Lima foi um militar pernambucano que lutou ao lado de Simon Bolívar.)
A refinaria é a primeira que a Petrobrás constrói em 30 anos.
Ocupará 630 hectares, ou seja, o equivalente a 630 campos de futebol.
Vai produzir, 22 mil barris de petróleo por dia.
Custará US$ 13 bilhões.
Em torno da Abreu e Lima serão instaladas unidades para produzir matéria prima para um pólo de indústrias têxteis.
Em torno de Abreu e Lima vão trabalhar seis estaleiros.
E o Brasil voltará a ser um dos fortes produtores mundiais de navios: “a retomada da indústria naval acontece em Pernambuco”, diz Inaldo Campelo, diretor de gestão de Suape.
(Abreu e Lima foi um militar pernambucano que lutou ao lado de Simon Bolívar.)
A Bunge tem em Suape o maior moinho da América do Sul.
Suape tem a ambição de ser um centro produtor de plataformas e sondas para atender à demanda do Pré-Sal.
Suape permitirá que um navio chegue em 7 dias ao porto de Nova York, e, em 9 dias, a Roterdã.
Num raio de 800 km, Suape atinge 7 capitais do Nordeste, que representam 90% do PIB nordestino.
O governador Eduardo Campos criou doze escolas técnicas em doze micro-regiões de Pernambuco.
Uma delas fica em Suape, que já qualificou 3.800 jovens.
Tem um SENAI dentro de Suape.
O Hospital D. Helder Câmara está em construção.
O sistema de transportes integrará ao sistema de metrô e de transporte de toda a região de Recife.
O Governo de Pernambuco não quer reproduzir Camaçari, na Bahia, onde, ao lado de um complexo petroquímico, houve favelização.
Eduardo Campos criou 5 universidades e um Centro de Pesquisa Nuclear.
Eduardo Campos criou também um Centro Fármaco-Químico.
Uma Cidade Digital já existe nas instalações do antigo porto de Recife, com mais de cem empresas.
Suape vai recuperar a casa grande do engenho Massangana, onde viveu Joaquim Nabuco.

Pernambuco, sob Eduardo Campos, cresceu muito acima da média brasileira.
É uma China dentro do Brasil.
É a nova locomotiva do Brasil.
“Enquanto pernambucano, devemos tirar o chapéu para o Lula. Ele ajuda não só Pernambuco, mas o Brasil. Muitos pernambucanos já estão voltando, ” disse Campelo.

Eduardo Campos tem 43 anos.
Ele dá de 10 a 0 no José Serra, o “economista competente” que não é um nem outro.
Segundo o pernambucano Fernando Lyra, Eduardo Campos será presidente do Brasil.

Georgia Pinheiro e Paulo Henrique Amorim

INFORME PUBLICITÁRIO



No final dos anos 60,  início dos 70, as pessoas imploravam para o dono da banca de revista "guardar" um exemplar da Veja antes que se esgotasse ou que o DOPS confiscasse. Não imprimia pra quem queria. Só vendia menos do que o  glorioso PASQUIM, que também se alimentava das cagadas da corrupção desenfreada e enrustida e dos crimes da dita cuja cor de oliva e dos “privatas” de todos os tempos da República. O "pasca" morreu porque só sabia lidar com aquele situação de tirania fiscalizada por censores alienados, funcionários públicos da melhor boçalidade. A Veja está indo pro brejo do Tietê porque não sabe lidar com a concorrência; foi ferida de morte pela internet e, principalmente, porque nunca imaginou que o poder do voto fosse mais forte do que a grana dos bons tempos dos Civitas. 
Há pouco demitiram o editor Mário Sabino que tramava estas fofocas e acusações sem provas de ministros do governo Dilma, atitude que a presidenta ficou muito agradecida, pois serviu pra popularíssima chefe de Estado imprimir um governo com a sua cara e coragem, sem precisar bater de frente com o velho serviçal PMDB.


domingo, 29 de janeiro de 2012

Cadê o Jonas?



por José Maria Vasconcelos


Padre Adão, jovem vigário da paróquia Tancredo Neves,
cópia do jogador argentino, Messi. Falta-lhe a ginga das
bolas, mas é craque no sermão, além da voz de tenor.
No último domingo, Padre Adão surpreendeu os fieis do
Bairro São João, ao substituir o vigário, pela sapiência da
palavra.


Eu já conhecia a história do profeta Jonas, engolido
e vomitado por uma baleia, por se negar a cumprir o
chamado de Deus para missão de converter a cidade
de Nínive, cuja população beirava à das metrópoles
atuais, inclusive na devassidão. Que devassidão, nobre
sacerdote? A mesma que arruína qualquer sociedade de
qualquer época? A História vive de repetir coincidências.


Se depender das coincidências históricas, empatamos
com a depravação do império romano, civilização grega
e tantas outras, aí estamos fritos. Já atingimos o limite
da tolerância e padecemos vexames do caos.


No princípio da dominação romana e organização
política da Grécia, registraram-se episódios heroicos
de amor à pátria. Soldados metiam as mãos na
brasa, revoltados por não ter acertado o golpe nos


comandantes de tropas inimigas. Na Grécia, uma
senhora recebeu a visita do carteiro, comunicando-
lhe a morte do filho, na guerra. A mãe do heroi não
hesitou: "Moço, quero saber, primeiramente, se
as nossas tropas venceram a batalha!"Em tempo
de globalização do egoísmo e direitos individuais
exacerbados, parecem loucura gestos de grandeza
nacional.


Coincidentemente, as grandes civilizações arruinaram-
se, quando se permitiram condutas de desonestidade,
desvarios sexuais, vendas de segredos de estado,
desagregação familiar, hedonismo, excessiva busca
dos prazeres materiais, disciplina frouxa com os filhos,
abandono da ética. Roma, no auge da prosperidade
alimentada pelos elevados tributos e encargos sobre as
colônias, assistiu a monumentais escândalos, em todos
os três poderes. Diversão(pão e circo), culto ao corpo,
nas termas e academias de ginásticas, afrouxamento
do espírito, desencadeamento do homossexualismo,
preguiça e leviandade contaminaram tropas e generais,
inclusive na Grécia. As fragilíssimas e menosprezadas
legiões bárbaras do norte europeu, sem organização
política, porém ardendo de ódio, arrasaram a capital do
império e impuseram terror iconoclasta. Uma espécie
de ressentimento talibã, engasgado há séculos, devido
à opressão imperial. Graças à diplomacia eclesiástica,
foi domada a carnificina, que destruiu mais da metade


da população. O império babilônico, da ostentação dos
jardins suspensos e depravado rei Nabucodonosor, virou
cinzas. Apagou-se o esplendor imperialista da França,
Portugal, Inglaterra, Espanha, tantos e tantos. Agoniza o
império americano. Zomba a China.


Olhar para a história dos povos, extrair-lhes algumas
lições de harmonia social podem salvar a sociedade
contemporânea. O profeta Jonas não pregou, em
vão, na grandiosa e depravada Nínive. Os cidadãos
ouviram a advertência de que a cidade se arruinaria,
em breve, se não abandonasse os pecados. Precisamos,
urgentemente, de Jonas e profetas do bem, em todas as
esferas das instituições. Carecemos, também, dos Jonas,
que se arrependam da omissão de servir aos sublimes
ideais, e partam para a tarefa que lhes foi outorgada.


josemaria001@hotmail.com


Texto extraído do estômago (quase que sai "barriga") do jornal Diário do Povo, de Teresina, Piauí.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Aaaalexandre Garcia...?!!!



Em outubro de 1980, quando prestava serviços à ditadura militar na qualidade de porta-voz do general-presidente João Figueiredo, o jornalista gaúcho Alexandre Garcia, no apogeu de seus 40 anos, destilava testosterona. Logo após ter sido entrevistado pela incipiente revista Playboy, Garcia foi assediado pela publicação concorrente – a revista Ele &Ela, que queria, também, fotografá-lo. O próprio Alexandre narra o episódio em uma entrevista concedida, em agosto de 2006, a Marcone Formiga, do Brasília em Dia: 

”Eu havia sido entrevistado para a “Playboy” e aí o Flavinho Cavalcante, na época da Bloch, disse que a “Ele &Ela” também queria uma entrevista. Só que maior, com fotos. Fui perguntar para o meu guru, o ministro Golbery, que respondeu: “Pode, sim. Vamos, em breve, tirar o Farhat. Vamos extinguir a Secretaria de Comunicação Social e queremos que você fique como secretário de Imprensa. Nada como dar uma entrevista para uma revista masculina para projetar mais o seu nome, para virar depois secretário de Imprensa”. Dei a entrevista, revisei, praticamente copidesquei. Então aquilo que está lá é meu mesmo. O Flavinho me trouxe o primeiro exemplar que entreguei para o Figueiredo ler. O Figueiredo leu a bordo de um Búfalo em uma viagem a Pindamonhangaba. Até aconteceu uma coisa engraçada…

Marcone Formiga – O que foi? Ah, conta… 

Alexandre Garcia em 1980, como porta-voz de Figueiredo: demitido por causa das ousadas fotos nas páginas da revista masculina, Ele&Ela. 

Alexandre Garcia Estourou um cano do sistema hidráulico do avião sujando as calças do presidente… Quando ele foi trocar as calças olhou para mim e disse: “É perigoso tirar as calças na sua frente”! (risos) Foi a única observação que ele me fez a respeito da entrevista”. Na reportagem da Ele & Ela, que exibiu o jornalista deitado em uma cama, de cueca, cuidadosamente recoberto por uma felpuda toalha, Garcia revelou que era ali que ele “abatia suas lebres”, aludindo à locução cunhada por Carlos Imperial para referir-se às mulheres com quem mantivera conjunções lascivas.

A MÁQUINA DE PRODUZIR FALSIDADE AQUI


Caricatura&Charges: João de Deus Netto jenipaponews

sábado, 7 de janeiro de 2012

Os filhos do ditador coreano adoram o Pateta



por Nirlando Beirão
Kim Jong-un, o novo homem-forte da Coréia do Norte, é apaixonado pelo Chicago Bulls desde os tempos de Michael Jordan e tem um fascínio pela Disneyworld.
Chegou a viajar clandestinamente para Disney do Tóquio em maio de 1991, na companhia de um irmão mais velho, Kim Jong-chol.
O caçulinha, hoje sucessor do pai Kim Jong-il, tinha 20 anos, fazia-se passar pelo coreano-brasileiro Joseph Pak e, segundo o jornal japonês Yomiuri Shimbun, portava passaporte da República Federativa do Brasil.
A Coréia do Norte não tinha – e ainda não tem – relações diplomáticas com o Japão. Daí o passaporte fajuto.
(Sempre me disseram que passaportes brasileiros, aqueles verdes, antigos, tinham alto valor no mercado negro porque podia ser facilmente falsificados, Eu achava que era lenda)
O irmão mais velho do novo manda-chuva, Kim Jong-nam (desculpem, os nomes são parecidos, aquilo lá é uma dinastia), quis imitar os dois irmãos e também desembarcou em Tóquio, em 2001, com identifidade falsa. Foi preso e despachado de volta. Com medo de incorrer na ira paterna por causa de sua idiotice, o primogênio preferiu se exilar na China e hoje, parece, se esconde em Macau.

É curioso perceber como o Mickey, a Minnie, a Branca de Neve e, claro, o Pateta são capazes de tocar os duros corações de filhos de ditador.
O que não consigo entender é porque os países que têm uma Disneyworld em seu território, em vez de barrar os irmãos Kim Jong, não trataram de acolhê-los de braços abertos e tapete vermelho.
Teria sido um jeito inteligente de começar a estabelecer uma política de boa vizinhança.
Um sujeito capaz de se enternecer quando assiste no cinema a morte da mãe do Bambi não pode ser de todo uma má pessoa.
Nirlando Beirão é Jornalista e escritor e colunista do Jornal da Record News e do Site R7
Caricatura e montagem: João de Deus Netto - Jenipaponews

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Sai a lista do Bacanal do Bial



Globo divulga lista da degradação humana do Bacanal do Bial

ENTRE OS PARTICIPANTES DO BBB 12 HÁ UMA PRODUTORA DE FILMES PORNÔS, UM EX-MISTER (?) BRASIL , UM CARA QUE SE INTERESSA POR “MENINOS E MENINAS” (ALÔ SENADOR MAGNO MALTA), E UMA QUAAASE VENCEDORA DO BUMBUM MAIS BONITO DO PAÍS; GARANTIA DE SEXO AO VIVO PARA A FAMÍLIA BRASILEIRA.

QUEM DIRIA QUE UM JORNALISTA COM UMA RESPEITÁVEL BIOGRAFIA FOSSE “COROAR” SUA CARREIRA VIBRANDO COM BAIXARIAS TIPO QUEM COMEU QUEM DEBAIXO DO EDREDOM EM REDE NACIONAL.
O PROGRAMA É A MAIOR FORÇA QUE A DEGRADAÇÃO HUMANA NUNCA TEVE EM PARTE NENHUMA DA HISTÓRIA HUMANA.
Na Roma antiga havia os rituais em homenagem ao Deus Baco, os chamados bacanais, festas luxuriosas que hoje emprestam seu nome para orgias ou outras atividades semelhantes.
O termo 'Big Brother' foi inspirado no livro '1984', escrito por Eric Arthur Blair sob o pseudônimo de George Orwell, publicado em 1949, e se passava no "futuro" ano de 1984. Nele, havia um governante autoritário, o Big Brother, que comandava todo o ocidente e vigiava a todos por câmeras (chamadas teletelas). Com base no que via, manipulava a forma de pensar dos habitantes. É mais ou menos o que nos incutem na cabeça como a definição de Deus. Um velhinho invisível que fica no céu olhando todos os nossos passos, e com base no que vê, prescreve castigos ou recompensas, decidindo ao fim de nossas vidas se nos manda pro céu ou pro inferno. Vai entender essa diversão divina!
Em 1999, o holandês John de Moll, sócio da empresa Endemol, criou um Reality Show com pessoas comuns, onde estas conviveriam juntas numa casa e seriam vigiadas full-time. O nome do programa foi inspirado no livro de George Orwell.


PS. A quem interessar possa: O ex-repórter e e ex-jornalista Pedro Bial já foi escritor e versado na literatura de Guimarães Rosa (Grandes Sertões) a quem brindou com um documentário cinematográfico!!! Pois vá logo acreditando: é da natureza humana.


Fonte: Toda a internet, menos na Globo.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A Dilma da Dilma?


DEPOIS DE SER ESCALADA PARA ESFRIAR OS ÂNIMOS ENTRE PT E PMDB NA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, MINISTRA-CHEFE DA CASA CIVIL ABRE MÃO DE FOLGA PARA COMANDAR INTERVENÇÃO BRANCA NO MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL; SURGE ENFIM A DILMA DA DILMA?


Gleisi Hoffmann demorou para engrenar como ministra-chefe da Casa Civil, mas parece disposta a enfim assumir o papel de superministra desempenhado pela presidente Dilma Rousseff durante o governo Lula. Nesta terça-feira, Gleisi interrompeu seu recesso em Foz do Iguaçu, no Paraná, – bem no dia em que o marido, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, entrou de férias – para atender uma orientação da presidente. Ela terá de tratar do problema de favorecimento político identificado no Ministério da Integração no repasse de verbas para prevenção de enchentes. Nos últimos dias, as fortes chuvas têm castigado fortemente os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro e provocado caos nos principais aeroportos do país.
Das 56 cidades das regiões Sul e Sudeste eleitas como prioritárias para ações de preparação às enchentes pelo Ministério da Integração Nacional em dezembro, foram os estados do ministro Fernando Bezerra (Pernambuco) e do ex-ministro Geddel Vieira Lima (Bahia) que receberam as maiores verbas de prevenção em 2011.
As caras coroas do Imperador
Desde os tempos do Imperador que vendia coroas fictícias pra acabar com a miséria nordestina, mas, no entanto, beneficiava o “Sul maravilha”, é a primeira vez que isso ocorre. O Rio de Janeiro, primeiro da lista de alerta, com 12 municípios em situação crítica de risco, ficou em décimo lugar, com 2,3% dos recursos pagos no ano passado.
“Escassez de verbas no nosso rabo não!”
Deve ser pelo costume secular da abundância, inclusive com frutos proibidos de favores das realezas; dos ditadores milagrentos do “pau de arara” (da tortura), e recentemente, das farras das privatarias dos "demos".  
Fonte: noticiário fora do PIG 

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Quem mandou os "privatas" espinafrarem a "Buchada de Bode"...


Caiu a casa tucana
Do jeito que deveria
E agora nem resta pó
Pois tudo na luz do dia
Está tão claro e exposto
E o que ninguém sabia
Surge revelado em livro
Sobre a tal privataria.

Com CPI já pensada
Na câmara dos deputados
Não se fala outra coisa
No imponente senado
Onde senhores astutos
E tão bem engravatados
Sabem que o bicho pega
Se tudo for investigado.

Por isso, temos tucanos
Numa total caganeira
No vaso se contorcendo
Às vezes a tarde inteira
Mesmo com a velha mídia
Sua indiscreta parceira
Pelo silêncio encobrindo
Outra grande roubalheira.

São eles amigos da Veja
Da Folha e do Estadão,
Da Globo e da imprensa
Que distorce a informação
Blindando tantas figuras
Que tem perfil de ladrão
Mostrando-os respeitáveis
Como gente e cidadão.


O Cordel na íntegra e na correta sequência AQUI


Caricaturas: João de Deus Netto - montagem em mais uma dessas dezenas de xilogravuras de autores desconhecido.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

POR QUE QUEREM DERRUBAR A JUÍZA CALMON?


Cezar Peluso “deus” do STF que recebeu R$ 700 mil do Tribunal de Justiça de São Paulo, defende ministro Lewandowski do STF que também recebeu.


O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cezar Peluso, fez uma nota para defender a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, que suspendeu inspeção feita pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) na folha de pagamento do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Lewandowski recebeu pagamentos sob investigação, feitos a todos os desembargadores da corte por conta de um passivo trabalhista da década de 90.
O próprio ministro Peluso, que, como Lewandowski, foi desembargador do TJ paulista, recebeu recursos desse passivo.
Ele recebeu R$ 700 mil, de acordo com a própria assessoria do presidente do Supremo.

Peluso considera que, apesar dos recebimentos, nem ele nem Lewandowski estão impedidos de julgar ações sobre o tema porque os ministros do STF não se sujeitam ao CNJ.
Portanto, não seria possível falar que agem em causa própria ou que estão impedidos quando julgam a legalidade de iniciativas daquele órgão, já que não estão submetidos a ele, e sim o contrário, de acordo com a Constituição e com decisão do próprio STF.
A corregedoria do CNJ iniciou em novembro uma devassa no Tribunal de Justiça de São Paulo para investigar pagamentos que magistrados teriam recebido indevidamente junto com seus salários e examinar a evolução patrimonial de alguns deles, que seria incompatível com sua renda.
Um dos pagamentos que estão sendo examinados é associado à pendência salarial da década de 90, quando o auxílio moradia que era pago apenas a deputados e senadores foi estendido a magistrados de todo o país.
Em São Paulo, 17 desembargadores receberam pagamentos individuais de quase R$ 1 milhão de uma só vez, e na frente de outros juízes que também tinham direito a diferenças salariais.
Tanto Peluso quanto Lewandowski dizem ter recebido menos do que esse valor.
Lewandowski afirmou por meio de sua assessoria, que se lembra de ter recebido seu dinheiro em parcelas, como todos os outros.


O ministro disse que o próprio STF reconheceu que os desembargadores tinham direito à verba, que é declarada no Imposto de Renda. Ele afirmou que não entende a polêmica pois não há nada de irregular no recebimento.
A corregedoria tem deixado claro desde o início das inspeções que não está investigando ministros do STF, e sim procedimentos dos tribunais no pagamento dos passivos da década de 90. Ou seja, quem está sob investigação são os tribunais, e não os magistrados, que eventualmente se beneficiaram dos pagamentos.
O órgão afirmou ontem ainda, por meio de nota, que não quebrou o sigilo dos juízes e informou que em suas inspeções "deve ter acesso aos dados relativos à declarações de bens e à folha de pagamento, como órgão de controle, assim como tem acesso o próprio tribunal". Disse também que as informações coletadas nunca foram divulgadas.
No caso de São Paulo, a decisão do Supremo de esvaziar os poderes do CNJ suspendeu investigações sobre o patrimônio de cerca de 70 pessoas, incluindo juízes e servidores do Tribunal de Justiça.
Liminar concedida anteontem pelo ministro Marco Aurélio Mello impede que o conselho investigue juízes antes que os tribunais onde eles atuam analisem sua conduta --o que, na prática, suspendeu todas as apurações abertas por iniciativa do CNJ.
No caso de São Paulo, a equipe do conselho havia começado a cruzar dados da folha de pagamento do tribunal com as declarações de renda dos juízes. O trabalho foi paralisado ontem.

Fontes: Mazelas do Judiciário – Limpinho Cheiroso – Conversa Afiada – Viomundo – Esquerdopata - Cloaca News - Estadão - Revista Contigo - Folha de São Paulo... Por que estas roupas de Dráculas?

Eliana Calmon, a Rebelde de Toga...


Maria Cristina Fernandes - no Valor Econômico
Sabatinada para o Superior Tribunal de Justiça, na condição de primeira mulher a ascender à cúpula da magistratura, a então desembargadora da justiça baiana, Eliana Calmon, foi indagada se teria padrinhos políticos. "Se não tivesse não estaria aqui". Quiseram saber quem eram seus padrinhos. A futura ministra do STJ respondeu na lata: "Edison Lobão, Jader Barbalho e Antonio Carlos Magalhães".
Corria o ano de 1999. Os senadores eram os pilares da aliança que havia reeleito o governo Fernando Henrique Cardoso. A futura ministra contou ao repórter Rodrigo Haidar as reações: "Meu irmão disse que pulou da cadeira e nem teve coragem de assistir ao restante da sabatina. Houve quem dissesse que passei um atestado de imbecilidade".
Estava ali a sina da ministra que, doze anos depois, enfrentaria o corporativismo da magistratura."Naquele momento, declarei totalmente minha independência. Eles não poderiam me pedir nada porque eu não poderia atuar em nenhum processo nos quais eles estivessem. Então, paguei a dívida e assumi o cargo sem pecado original."
Eliana Calmon nunca escondeu seus padrinhos




De lá pra cá, Eliana Calmon tem sido de uma franqueza desconcertante sobre os males do Brasil. Muita toga, pouca justiça são.
Num tempo em que muito se fala da judicialização da política, Eliana não perde tempo em discutir a politização do judiciário. É claro que a justiça é política. A questão, levantada pela ministra em seu discurso de posse no CNJ, é saber se está a serviço da cidadania.
A "rebelde que fala", como se denominou numa entrevista, chegou à conclusão de que a melhor maneira de evitar o loteamento de sua toga seria colocando a boca no trombone.
Aos 65 anos, 32 de magistratura, Eliana Calmon já falou sobre quase tudo.
Filhos de ministros que advogam nos tribunais superiores: "Dizem que têm trânsito na Corte e exibem isso a seus clientes. Não há lei que resolva isso. É falta de caráter" (Veja, 28/09/2010).
Corrupção na magistratura: "Começa embaixo. Não é incomum um desembargador corrupto usar um juiz de primeira instância como escudo para suas ações. Ele telefona para o juiz e lhe pede uma liminar, um habeas-corpus ou uma sentença. Os que se sujeitam são candidatos naturais a futuras promoções". (Idem)
Morosidade: "Um órgão esfacelado do ponto de vista administrativo, de funcionalidade e eficiência é campo fértil à corrupção. Começa-se a vender facilidades em função das dificuldades. E quem não tem um amigo para fazer um bilhetinho para um juiz?" (O Estado de S. Paulo, 30/09/2010).
Era, portanto, previsível que não enfrentasse calada a reação do Supremo Tribunal Federal à sua dedicação em tempo integral a desencavar o rabo preso da magistratura.
Primeiro mostrou que não devia satisfações aos padrinhos. Recrutou no primeiro escalão da política maranhense alguns dos 40 indiciados da Operação Navalha; determinou o afastamento de um desembargador paraense; e fechou um instituto que, por mais de 20 anos, administrou as finanças da justiça baiana.




No embate mais recente, a ministra foi acusada pelo presidente da Corte, Cezar Peluso, de desacreditar a justiça por ter dito à Associação Paulista de Jornais que havia bandidos escondidos atrás da toga. Na réplica, Eliana Calmon disse que, na verdade, tentava proteger a instituição de uma minoria de bandidos.
Ao postergar o julgamento da ação dos magistrados contra o CNJ, o Supremo pareceu ter-se dado conta de que a ministra, por mais encurralada que esteja por seus pares, não é minoritária na opinião pública.
A última edição da pesquisa nacional que a Fundação Getúlio Vargas divulga periodicamente sobre a confiança na Justiça tira a ministra do isolamento a que Peluso tentou confiná-la com a nota, assinada por 12 dos 15 integrantes do CNJ, que condenou suas declarações.
Na lista das instituições em que a população diz, espontaneamente, mais confiar, o Judiciário está em penúltimo lugar (ver tabela abaixo). Entre aqueles que já usaram a Justiça a confiança é ainda menor.
A mesma pesquisa indica que os entrevistados duvidam da honestidade do Judiciário (64%), o consideram parcial (59%) e incompetente (53%).
O que mais surpreende no índice de confiança da FGV é que o Judiciário tenha ficado abaixo do Congresso, cujo descrédito tem tido a decisiva participação da Corte Suprema - tanto por assumir a função de legislar temas em que julga haver omissão parlamentar, quanto no julgamento de ações de condenação moral do Congresso, como a Lei da Ficha Limpa.
Aliomar Baleeiro, jurista baiano que a ministra gosta de citar, dizia que a Justiça não tem jeito porque "lobo não come lobo". A loba que apareceu no pedaço viu que dificilmente daria conta da matilha sozinha, aí decidiu uivar alto.
Caricatura: João de Deus Netto - Jenipaponews

domingo, 25 de dezembro de 2011

DE REI A RABINO... Deu Zorra na Globo.



O show especial do cantor Roberto Carlos em Jerusalém, exibido pela Rede Globo em setembro, não alavancou a audiência da emissora, como era previsto.
Na oportunidade, a apresentação que substituiu o humorístico “Zorra Total” fez a audiência diminuir em 2 pontos, ou seja, fez cerca de 108,8 mil residências mudarem de canal.
O humorístico costuma dar média de 24 pontos, enquanto Roberto Carlos totalizou 22.
Pra variar, e não deixar de tirar sarro com a cara dos que ainda acreditam na emissora, a Globo justificou que reprisou o espetáculo no lugar de um inédito (?) especial, a pedido do público!
Disseram mais... Escutem só...“Foi a primeira vez, em trinta anos, que a Globo reprisou um show completo do “rei” em seu especial de fim de ano, sem nada inédito (?) ...” Clic!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Serra parte pra briga com amigos no ninho...




O livro "A privataria tucana" aponta um racha no PSDB e relata uma operação de José Serra para espionar Aécio Neves antes das eleições de 2010. Serra só revidou a espionagem de Aécio sobre ele. Enfim, entre tucanos o vale tudo na disputa de qual corrente da Privataria se dará bem na venda do patrimônio público do Brasil.

Foi em Belo Horizonte.

Presentes, o Padim Pade Cerra, o deputado Eduardo Azeredo, pai do mensalão mineiro e primeiro beneficiário do “valeriodantas”, e o deputado federal Rodrigo de Castro, secretário geral do PSDB e homem de confiança de Aécio Never.

Cerra se exalta aos poucos – é o que descreve o passarinho que pousou na janela lá de casa – e, passo a passo, acusa Aécio e o jornal “O Estado de Minas” de destruírem a vida da filha dele, Verônica, sócia da irmã de Daniel Dantas, o banqueiro condenado.

Azeredo e Castro tentam ponderar, mas Cerra se exalta.

Cerra se exalta e passa a se referir a Aécio e ao Estado de Minas de forma deselegante (para dizer pouco).

Azeredo e Castro defendem Aécio e o jornal.

Como se sabe, o livro “A Privataria Tucana” começou com uma denúncia do Aécio ao Estado de Minas: Cerra e seus arapongas liderados pelo Marcelo Itagiba querem me pegar.

O jornal incumbiu o repórter Amaury Ribeiro Junior de ir atrás da denúncia, não a publicou a pedido do Aécio, mas aí nasceu o best seller.

Quanto mais Castro e Azeredo defendiam Aécio e o Estado de Minas, mas o Cerra ficava bravo.

E partiu para cima dos dois.

Ia para o ataque físico, mesmo.

Gênero macho, macho, man, mesmo !

Foi uma confusão.

Tiveram que segurar o Cerra.

Em tempo: Cerra e Aécio não se cumprimentam.


Paulo Henrique Amorim

Caricacharge: João de Deus Netto - jenipaponews

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